Entenda o que são plataformas low-code e as suas vantagens 

Entenda o que são plataformas low-code e as suas vantagens

O conceito de “Low Code” surgiu recentemente, aproximadamente em 2014, para dar nome a plataformas com interfaces que se baseiam no conceito de “arrastar e soltar”, também conhecido como GUI (Graphical User Interface). 

A plataforma Low Code possibilita o desenvolvimento de softwares mais rápidos, além da criação ser facilitada. Esse modelo minimiza a codificação através de modelos pré-definidos, técnicas de design gráfico ou ferramentas de arrastar e soltar para criar um software. 

Quando pensamos em desenvolvimento e inovação de softwares, as ferramentas low-code acabam se destacando e tornando-se uma das maiores tendências de programação do mundo da tecnologia da informação. 

Em um período não muito distante, os desenvolvedores precisavam utilizar um método de programação de forma manual, o que demandava uma necessidade de conhecimento técnico. Pensando assim, era impossível criar um programa sem ter domínio de linguagens de programação como o Java e Python. 

Esse paradigma foi rompido a partir do momento em que surgiram as plataformas low-code. Elas permitem que o programador tenha mais agilidade e desenvolva softwares de modo simples, utilizando poucos códigos e de uma maneira ainda mais visual. 

Por tamanha facilidade, as plataformas low-code se tornaram uma sensação dentro do segmento de desenvolvimento de softwares. Ainda em 2016 eram investidos, aproximadamente, 3 bilhões de dólares nessa tecnologia, o projetado para 2022 é 27,2 bilhões, um salto de 44,5%. 

Estima-se que até 2024, 65% das aplicações serão low-code, crescendo aproximadamente 40% ao ano. 

 

Low-code e No-code 

As plataformas no-code e low-code tem o objetivo de deixar as estratégias de criação mais simples. Com isso, não há necessidade de profissionais com diversas qualificações na área de TI.

A modalidade low-code possui uma estrutura pronta, desenvolvida de maneira prévia pelos desenvolvedores responsáveis por essa ação, enquanto no-code pressupõe o mínimo de trabalho para a codificação. 

O no-code é o mais indicado para criação de aplicativos pequenos, sem tantas funcionalidades e com um nível de complexidade mais baixo ou limitado. 

Observando os LCPD, é possível criar aplicativos mais complexos, ricos em detalhes, grandes e sofisticados. Isso acontece devido à possibilidade de abrangência relacionadas às necessidades corporativas de modo mais amplo. 

Pensando dessa maneira, o low-code permite que grandes empresas ou projetos façam uma integração com outros softwares e sistemas da empresa, além de personalizar recursos através de API ‘s. 

Essa tecnologia também possibilita a implantação de cloud de modo mais simples e flexível, além de aproveitar serviços de inteligência de outros softwares, como chatbots, inteligência artificial, machine learning e outros. 

 

As vantagens do low-code 

A partir de agora vamos destacar algumas vantagens relacionadas às plataformas low-code, todas foram elencadas considerando os métodos de programação tradicionais e de plataformas no-code. 

Agilidade 

Quando comparamos o método tradicional de codificação manual, percebemos que plataformas low-code oferecem soluções mais simples, o que contribui para a entrega de aplicativos e softwares em um tempo bem inferior que as demais opções.

Aumento da produtividade 

As equipes de TI podem utilizar modelos já definidos, gerando ganho de tempo e aumentando a produtividade 

Flexibilidade

O sistema modular permite que sejam feitas alterações de código de modo mais flexível, sendo possível remover de modo mais ágil tudo aquilo que está obsoleto ou não possuir relação com as necessidades da empresa, também é possível substituir por inovações mais adequadas. 

Foco no cliente e nos objetivos corporativos 

É possível atender com maior facilidade os interesses e as necessidades do grupo e, também, do cliente final ou usuário da plataforma. A plataforma low-code resolve de maneira nativa os desafios inerentes às soluções de TI, bons exemplos são a escalabilidade da solução, a segurança da informação e o fast deploy.

Necessidade de capacitação

Especialistas em plataformas low-code não precisam ser capacitados com frequência, tendo em vista a programação mais simples. 

Redução de custos 

Permite que você recrute e mantenha profissionais de TI qualificados, porém em menor quantidade, com um time menor e totalmente dedicado a funções complexas. 

Soluções criativas

O low-code faz com que os profissionais de diversos setores da empresa estejam sintonizados no mesmo propósito, dessa forma, há um compartilhamento de ideais que enriquece cada projeto. 

Leia também:
UX: O Que É E Como Ela Pode Trazer Benefícios Ao Seus Negócios
Metologia Ágil: A Forma Simples De Gerenciar Projetos Complexos

 

Arquitetura da Informação: Entenda o conceito e como aplicá-lo

Arquitetura da Informação Entenda o conceito e como aplicá-lo

Com a chegada da internet, o acesso à informação ficou mais democrático, a partir disso passamos a ter acesso a uma infinidade de conteúdos. Isso ganha ainda mais intensidade quando utilizamos aplicativos ou navegamos através da web. 

Os usuários, ou a maioria deles, não percebem que durante a execução das suas atividades rotineiras em um computador ou celular, ao acessar sites e aplicativos, principalmente os de maior qualidade, só o fazem devido ao trabalho de profissionais responsáveis por estruturar toda a informação existente nessas plataformas. 

O principal objetivo disso é fazer com que a experiência do usuário seja melhorada. 

Esses profissionais costumam ser designers ou analistas de experiência do usuário, ou UX (User Experience), produtores de conteúdo e desenvolvedores.

São eles os responsáveis por criar e estruturar os conceitos por trás da arquitetura da informação, desenvolvendo estratégias digitais úteis e intuitivas para os usuários. 

 

Afinal, o que é Arquitetura da Informação?

O conceito surgiu por volta de 1970, juntamente com a semiótica. A arquitetura da Informação é a principal razão para que pudéssemos, facilmente, navegar online através da internet. 

O seu objetivo é permitir que as informações sejam organizadas, deixando as funcionalidades de uma página web ou aplicativo mais intuitivas e com a navegação simplificada, além de agilizar as buscas online. 

O responsável pela criação deste conceito foi Richard Saul Wurman, arquiteto e designer gráfico. Ele escreveu mais de 80 livros, sendo um deles chamado Information Anxiety, um marco histórico que delimita o início da era da Arquitetura da Informação. 

De modo resumido, essa é a área responsável por organizar os resultados que vão ser exibidos toda vez que você realizar uma busca em um site ou aplicativo. 

Quanto menos tempo você demora para encontrar uma informação, mais será necessário que você visite sites que utilizam e façam bom uso da arquitetura de informação e suas características. 

Ela é a responsável por organizar todos os elementos de uma página web, softwares e aplicativos, fazendo com que a experiência do usuário seja privilegiada, facilitando sua navegação no conteúdo que está sendo buscado e permitindo que a informação seja entregue de maneira correta. 

Esse processo pode ser nomeado como design de experiência do usuário ou arquitetura da informação, eles são os grandes responsáveis por identificar os pontos que precisam ser ajustados para melhorar essa experiência. 

 

Qual a importância desse conceito?

Até aqui, nós entendemos que a Arquitetura da Informação é responsável pela organização das informações e isso faz com que a nossa experiência de uso seja aprimorada. 

Desse modo, ela serve para criar um conteúdo que será entregue para determinado público-alvo, não sendo apenas utilizado em ambientes digitais. Esse conceito pode ser aplicativo para organização de espaços físicos, como bibliotecas, supermercados, arquivos, grandes bancos de dados, até mesmo em campanhas publicitárias.

Você perceberá que a Arquitetura da Informação está relacionada a tudo aquilo que possui uma grande quantidade de informações, sendo necessário que elas estejam disponíveis em um só local. 

Voltando a falar de ambiente digital, a experiência do usuário pode ser trabalhada obedecendo alguns tópicos, como:

 

Usuários:

persona;

necessidades;

comportamento de busca pela informação;

experiência de uso;

tarefas que pretende executar na sua aplicação.

 

Conteúdo: 

textos, imagens, gráficos, conteúdo em áudio etc.;

mapeamento das páginas ou telas;

estrutura;

taxonomia;

volume de informações.

 

Contexto: 

modelo de negócios;

objetivos do projeto;

tecnologias e metodologias de desenvolvimento;

recursos (capital, pessoas, equipamentos, entre outros);

restrições.

 

Como a Arquitetura da Informação melhora a UX?

Os desenvolvedores, seja de site, aplicativo, ou software, passam a investir em um design totalmente dedicado ao usuário, efetuar o planejamento adequado dessa etapa é essencial para que o projeto obtenha sucesso. 

É importante não confundir a experiência do usuário, UX, com a Arquitetura da Informação, IA (Information Architecture). Embora eles estejam relacionados, seus conceitos são totalmente diferentes. 

A Arquitetura da Informação vai fornecer informações essenciais para que o trabalho dos designers responsáveis pela experiência do usuário seja viabilizado. 

Ela irá oferecer os recursos para estruturação da informação, deixando o sistema compreensível e fácil de ser utilizado, já a UX fica responsável por criar estratégias de interação, fazendo com que a plataforma seja agradável para quem a utiliza. 

Esses processos de criação vão desde elementos visuais e interface até escolhas que consideram o comportamento do público-alvo e as suas necessidades. 

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Linguagem de programação: O que é e quais são mais utilizadas

Linguagem de programação O que é e quais são mais utilizadas

O conceito de linguagem de programação foi criado há um tempo com o objetivo de solucionar os prováveis problemas que surgem na área de tecnologia da informação, principalmente em aparelhos computadores e dispositivos móveis. 

Com o passar dos anos, as linguagens acompanharam a evolução constante da tecnologia e passaram a oferecer soluções para problemas mais complexos. Por isso, as ferramentas conseguem executar as mais diversas tarefas, independente da sua complexidade. 

Cada uma dessas linguagens possuem características únicas, e nós queremos te apresentar melhor esse conceito, como elas funcionam e, para quem quer aprendê-las, por onde começar.

 

O que é uma linguagem de programação?

A linguagem de programação é o caminho que permitirá a comunicação entre o hardware (computadores, dispositivos móveis e outros) e o programador. 

Ela se estabelece através de um conjunto de instruções, símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas, a partir disso, o profissional especialista em programação pode criar programas de computador, considerando um conjunto de ordens, as ações consecutivas e dados, como os algoritmos. 

Essas diretrizes permitem que o programador controle o comportamento lógico de um sistema. Todas essas linguagens de programação vão conduzir de diferentes maneiras a transmissão de comandos entre si para que seja possível executar as mais variadas ações.  

Para entender melhor, as linguagens de programação fornecem diferentes padrões de codificação binária, com sintaxe e semânticas específicas. A partir disso, é possível criar uma série de instruções e os computadores passam a agir dessa maneira, são esses códigos e recursos que fazem com que os programas e sistemas possam resolver os problemas do dia-a-dia dos usuários. 

Imagine que um ser humano se comunica através de um idioma, já as máquinas entendem o binário, um meio de comunicação é necessário para que as mensagens sejam transmitidas de modo entendível entre si, esse intermediário é justamente a linguagem de programação. 

 

Os diferentes tipos de linguagem de programação 

Eles podem ser divididos em duas categorias, são elas: 

Paradigmas de programação

Eles são, de modo simplificado, uma maneira de resolver problemas computacionais. As linguagens conseguem suportar mais de um paradigma, variando de acordo com o problema que precisa ser solucionado. 

Dentro dos paradigmas de programação existem: 

  • Procedural ou imperativo 

Esse conceito de programação irá definir os softwares como uma série de comandos para que a máquina possa executar, o nome Imperativo está relacionado ao tempo verbal, já que o programador define “as ordens” que devem ser executadas pelo computador. Faça desta maneira, depois assim e após isso deste modo. 

  • Orientado a objetos 

Esse é, atualmente, o modelo mais conhecido. O seu conceito de programação baseia-se no uso de componentes individuais, eles são chamados de objetos e compõem o software. 

Alto e baixo nível 

As linguagens de programação também são classificadas em níveis, o nível vai variar de acordo com a aproximação da sintaxe com a linguagem humana, quanto mais próximo, mais alto será o nível dessa linguagem. 

O contrário também acontece, quando a sintaxe e a semântica ficam bem próximas ao código utilizado nas máquinas, elas são classificadas como linguagens de baixo nível. 

 

Como aprender as linguagens mais utilizadas do mundo?

Existe uma infinidade de linguagens de programação, conhecer e dominar todas elas é praticamente impossível, mas algumas se destacam devido a sua popularidade no segmento. 

Cada linguagem possui uma aplicação específica e que irá atender um objetivo pré-determinado, nesse sentido, as linguagens que não são tão populares podem ser primordiais para a resolução de problemas não comuns. 

O SlashData de 2020 mostrou que as linguagens que mais são utilizadas pelos programadores são o JavaScript e a Python, sendo as preferidas dos profissionais da área.

 

JavaScript 

Essa linguagem foi desenvolvida para que os projetos desenvolvidos pudessem funcionar na Web, posteriormente na versão Mobile. Essa flexibilidade faz com que ela seja uma das mais utilizadas, além da facilidade de manuseio, permite que o programador crie uma série de opções de interatividade, o que melhora a experiência do usuário. 

 

Python 

É uma das linguagens mais interessantes, normalmente é a porta de entrada para quem quer se aventurar pelo universo da programação. A sua linguagem proporciona uma leitura de códigos mais fácil, permitindo que seja praticada sem grandes dificuldades e é porta de entrada para quem quer seguir carreira como desenvolvedor de aplicativos e programador de softwares. 

 

Conheça as principais linguagens de programação clicando neste link.

 

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