O conceito de “Low Code” surgiu recentemente, aproximadamente em 2014, para dar nome a plataformas com interfaces que se baseiam no conceito de “arrastar e soltar”, também conhecido como GUI (Graphical User Interface).
A plataforma Low Code possibilita o desenvolvimento de softwares mais rápidos, além da criação ser facilitada. Esse modelo minimiza a codificação através de modelos pré-definidos, técnicas de design gráfico ou ferramentas de arrastar e soltar para criar um software.
Quando pensamos em desenvolvimento e inovação de softwares, as ferramentas low-code acabam se destacando e tornando-se uma das maiores tendências de programação do mundo da tecnologia da informação.
Em um período não muito distante, os desenvolvedores precisavam utilizar um método de programação de forma manual, o que demandava uma necessidade de conhecimento técnico. Pensando assim, era impossível criar um programa sem ter domínio de linguagens de programação como o Java e Python.
Esse paradigma foi rompido a partir do momento em que surgiram as plataformas low-code. Elas permitem que o programador tenha mais agilidade e desenvolva softwares de modo simples, utilizando poucos códigos e de uma maneira ainda mais visual.
Por tamanha facilidade, as plataformas low-code se tornaram uma sensação dentro do segmento de desenvolvimento de softwares. Ainda em 2016 eram investidos, aproximadamente, 3 bilhões de dólares nessa tecnologia, o projetado para 2022 é 27,2 bilhões, um salto de 44,5%.
Estima-se que até 2024, 65% das aplicações serão low-code, crescendo aproximadamente 40% ao ano.
Low-code e No-code
As plataformas no-code e low-code tem o objetivo de deixar as estratégias de criação mais simples. Com isso, não há necessidade de profissionais com diversas qualificações na área de TI.
A modalidade low-code possui uma estrutura pronta, desenvolvida de maneira prévia pelos desenvolvedores responsáveis por essa ação, enquanto no-code pressupõe o mínimo de trabalho para a codificação.
O no-code é o mais indicado para criação de aplicativos pequenos, sem tantas funcionalidades e com um nível de complexidade mais baixo ou limitado.
Observando os LCPD, é possível criar aplicativos mais complexos, ricos em detalhes, grandes e sofisticados. Isso acontece devido à possibilidade de abrangência relacionadas às necessidades corporativas de modo mais amplo.
Pensando dessa maneira, o low-code permite que grandes empresas ou projetos façam uma integração com outros softwares e sistemas da empresa, além de personalizar recursos através de API ‘s.
Essa tecnologia também possibilita a implantação de cloud de modo mais simples e flexível, além de aproveitar serviços de inteligência de outros softwares, como chatbots, inteligência artificial, machine learning e outros.
As vantagens do low-code
A partir de agora vamos destacar algumas vantagens relacionadas às plataformas low-code, todas foram elencadas considerando os métodos de programação tradicionais e de plataformas no-code.
Agilidade
Quando comparamos o método tradicional de codificação manual, percebemos que plataformas low-code oferecem soluções mais simples, o que contribui para a entrega de aplicativos e softwares em um tempo bem inferior que as demais opções.
Aumento da produtividade
As equipes de TI podem utilizar modelos já definidos, gerando ganho de tempo e aumentando a produtividade
Flexibilidade
O sistema modular permite que sejam feitas alterações de código de modo mais flexível, sendo possível remover de modo mais ágil tudo aquilo que está obsoleto ou não possuir relação com as necessidades da empresa, também é possível substituir por inovações mais adequadas.
Foco no cliente e nos objetivos corporativos
É possível atender com maior facilidade os interesses e as necessidades do grupo e, também, do cliente final ou usuário da plataforma. A plataforma low-code resolve de maneira nativa os desafios inerentes às soluções de TI, bons exemplos são a escalabilidade da solução, a segurança da informação e o fast deploy.
Necessidade de capacitação
Especialistas em plataformas low-code não precisam ser capacitados com frequência, tendo em vista a programação mais simples.
Redução de custos
Permite que você recrute e mantenha profissionais de TI qualificados, porém em menor quantidade, com um time menor e totalmente dedicado a funções complexas.
Soluções criativas
O low-code faz com que os profissionais de diversos setores da empresa estejam sintonizados no mesmo propósito, dessa forma, há um compartilhamento de ideais que enriquece cada projeto.
A tecnologia é um dos setores mais importantes que possuímos no cenário econômico no Brasil e no mundo. À medida que o acesso a internet se torna democrático e começa a alcançar as diversas camadas que compõem a sociedade, maior é a demanda para o mercado da tecnologia da informação.
Dialogando com o acesso facilitado para a população, temos a diversidade de projetos. Eles precisam atender as expectativas de diversos públicos, por essa razão eles precisam ser mais didáticos, intuitivos e compactos.
Para entender melhor as necessidades do mercado e as tendências da área da tecnologia da informação, há diversos eventos no segmento que auxiliam uma considerável variedade de desenvolvedores de softwares e de aplicativos para criarem justamente aquilo que é solicitado pelo mercado de trabalho.
Para que você possa se programar melhor, nós vamos elencar os principais eventos de tecnologia que ocorrem no Brasil.
Campus Party
Considerado um dos mais populares eventos de tecnologia do Brasil, a Campus Party ocorre anualmente com a proposta de ser um grande evento de inovação, criatividade, ciências, empreendedorismo e do universo digital.
Ele atrai e reúne jovens geeks, como são conhecidos aqueles que se interessam pela temática do evento.
A principal missão da Campus Party “criar espaços para que a energia das novas gerações digitais encontre um lugar para reescrever o código fonte do mundo”.
O evento é promovido por um instituto homônimo, sem fins lucrativos, fundado em 2009, embora o evento aconteça desde 2008.
VTEX Day
O VTEX Day também acontece anualmente e se destaca por ser um dos principais da América do Sul, o objetivo é gerar a transformação digital.
A cada ano o evento reúne palestrantes de peso da área da tecnologia da informação, parceiros VTEX. Outro ponto importante e que atrai participantes de outros países: A quantidade de negócios fechados durante o evento.
IT Forum X
Esse evento também é considerado um dos maiores da área de tecnologia que ocorre no Brasil, para ter uma noção da sua dimensão, anualmente o encontro IT Forum X reúne aproximadamente 10 mil pessoas nos dois dias de evento.
Talvez seja um dos mais antigos também, ele surgiu há cerca de duas décadas e se tornou referência para o desenvolvimento de negócios e evolução de profissionais que trabalham na área de TI.
No encontro é possível encontrar pessoas e empresas que estão buscando o que é referência na TI e indicações de como elas podem ser aplicadas na criação de negócios, nas novas estratégias e como é possível revolucionar o mercado da tecnologia.
Festival de Inovação Whow!
Quer ter uma excelente oportunidade de fazer networking? O Inovação Whow! é uma alternativa.
O evento conta com uma série de palestras, workshops, debates e mais uma quantidade considerável de atividades que visam debater assuntos como a inovação, a tecnologia e o design.
Todos os anos, a organização promete trazer os melhores profissionais do mercado e especialistas em inovação para compartilhar experiências com os desenvolvedores.
Congresso da Sociedade Brasileira de Computação
O evento acontece em diferentes e importantes cidades do país, sempre trazendo um tema que dialoga com o que está acontecendo no mercado da TI.
Por exemplo, em 2021 o tema do CSBC foi a “Inovação e Transformação Digital: Enfrentando a Complexidade e as Incertezas do Mundo Contemporâneo”.
BIG DATA BRAZIL EXPERIENCE
Com foco em base de dados, o evento é realizado anualmente com o objetivo de capacitar melhor os interessados em Big Data.
O encontro conta com palestrantes extremamente gabaritados para debater temas e apresentar cases que auxiliam a colocar em prática as tendências do mercado, e também da área acadêmica.
Além disso, o evento disponibiliza entrega de certificados e possui uma estrutura que chama a atenção.
FUTURECOM
O Futurecom é bem recente, esse ano o evento acontece pela segunda vez com uma proposta dita exclusiva e única no mercado.
A proposta é que os participantes entrem em um universo paralelo chamado Metaverso, uma espécie de mundo virtual com o objetivo de levar a imersão através de dispositivos digitais.
PORQUE E COMO DESENVOLVER UM APLICATIVO PARA SUA EMPRESA
Hoje, as tecnologias móveis estão se expandindo significativamente. No radar estão as aplicações: somente em 2015, seu uso aumentou 58%. Além disso, outras estatísticas de aplicativos merecem destaque: Hoje, mais de 40% das compras feitas são mediadas por aplicativos. Estima-se que em 2017 o mercado de aplicativos mova mais de US $ 75 bilhões; Para o mesmo ano, estima-se o crescimento de aplicativos em 300%.
Desde o surgimento das aplicações, muitos hábitos foram transformados, o que vai além da possibilidade de interação nas redes sociais. Os aplicativos bancários garantem o pagamento de contas e a análise de extratos, os aplicativos de relacionamento nos aproximam de pessoas que nunca conhecemos pessoalmente, os aplicativos de transporte nos levam para lá e para cá (como o famoso e controverso Uber), e os aplicativos de negócios facilitam os negócios. compra e contratação de serviços.
No Brasil, existem cerca de 242,9 milhões de telefones celulares, o que leva muitas empresas a querer um aplicativo para alcançar ou melhorar a experiência de seu público. Muitos deles têm dúvidas sobre como desenvolver um aplicativo corporativo, desde a concepção da ideia até a programação. Existem vários motivos para uma empresa ter um aplicativo, e cada um é exclusivo para o objetivo de seus negócios.
Na maioria dos casos, a validação da ideia é feita através de um sistema web, porque é mais barato. Avaliamos como os usuários estão usando esse sistema e depois pensamos em como desenvolver um aplicativo. O PrivateFly, por exemplo, já tinha uma plataforma consolidada para reservar aviões e decidiu criar um aplicativo. A idéia era que os usuários pudessem reservar em qualquer lugar e a qualquer momento em seus smartphones. Atualmente, o aplicativo foi baixado mais de 100.000 vezes e é responsável por 10% da receita.
Sua empresa deve ter uma ideia clara do que o aplicativo resolverá para usuários ou clientes. Feito isso, começaremos a pensar em como desenvolver um aplicativo, decidindo a melhor maneira de fazê-lo.
Com base nessas informações, você também pode estar se perguntando: Chegou a hora de criar um aplicativo para minha empresa? Em seguida, verifique e faça a pergunta de por que ter um aplicativo para minha empresa e reflita se chegou a hora (ou não) de desenvolvê-lo para a disseminação de seus negócios.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE APLICATIVO E SITE MOBILE?
Quando se pensa em dispositivos móveis, há duas formas de fazer com que sua empresa possa ser acessada pelos consumidores: com um aplicativo ou com um site mobile. Há algumas diferenças importantes entre os dois, que devem ser consideradas para decidir o melhor caminho a ser seguida no seu negócio.
APLICATIVO
O aplicativo é um software que deve ser instalado pelo usuário em seu smartphone e que oferece, de forma facilitada, diversos tipos de interação. É muito útil em especial para empresas que utilizam contas de acesso ou vendas online. A grande vantagem é que ele ajuda bastante na redução do uso de dados do usuário, além de tornar a experiência mais cômoda e flexível. A desvantagem é que, além de algumas pessoas serem resistentes ao download de apps, o sistema operacional do aparelho (Android, iOS ou outros) é um fator determinante.
SITE MOBILE
O site mobile é nada mais do que uma versão adaptada de um website convencional. Ele é aberto no navegador do smartphone, normalmente, mas é apresentado de forma otimizada para tornar a navegação mais simples. Para empresas que só pensam em fornecer informações básicas ou institucionais no site, é uma boa opção.
POR QUE FAZER UM APLICATIVO?
ELE FIDELIZA SEUS CLIENTES
Uma coisa é certa: os usuários que fizerem o download de seu aplicativo sempre se lembrarão dele em primeiro lugar quando precisarem de algo relacionado aos produtos/serviços oferecidos pela sua marca.
A criação de um aplicativo, neste sentido, é um grande responsável pela fidelização de clientes. Quando eles tiverem dúvidas, quiserem economizar tempo ou resolver seus problemas, adivinha? Seu aplicativo estará lá de prontidão, pronto para auxiliá-lo.
VOCÊ CRIA UM RELACIONAMENTO COM SEUS CLIENTES
Com um aplicativo, você fortalece os laços entre você e o seu cliente. Isso torna o relacionamento mais intenso e, consequentemente, faz com que o usuário prefira confiar em você do que em um concorrente, por exemplo.
A criação de um aplicativo faz com que o usuário veja em você tudo o que ele precisa naquele segmento do mercado. Ele verá a sua empresa como parceira. Com base nisso, trate de não o decepcionar.
MAS AFINAL, COMO DESENVOLVER UM APLICATIVO PARA MINHA EMPRESA?
Trouxemos alguns pontos que te ajudarão a desenvolver um aplicativo para sua empresa.
ESCOLHA QUAL TIPO DE APLICATIVO É MAIS ADEQUADO PARA A IDEIA DA SUA EMPRESA
O primeiro passo paradefinir a ideia de aplicativo da sua empresa é pensar no tipo de aplicativo que melhor combina com ela. Existem 3 tipos de aplicativos: nativo, web e híbrido.
Cada um tem uma operação diferente no dispositivo do usuário. Aplicativos nativos são basicamente aqueles que terão acesso a todas as funcionalidades do smartphone do usuário. É a forma mais cara de desenvolvimento, mas é a mais completa. Os aplicativos da Web são, na verdade, sites, mas foram projetados para otimizar a experiência do usuário em smartphones.
Eles precisam de navegadores para rodar, acessar a Internet e não podem usar as funções do dispositivo. O híbrido é uma mistura dos dois, é um contêiner nativo que contém um aplicativo da Web dentro dele. Tem acesso a algumas, mas não a todas as funções. Um aplicativo híbrido muito bom é o Netflix.
Para uma ideia que usará a maioria das funções do smartphone, o aplicativo mais recomendado é nativo. Além de usar todas as funções do seu dispositivo, seu desempenho e velocidade são melhores, proporcionando uma melhor experiência ao usuário. Se você está apenas apresentando conteúdo, como em um aplicativo de notícias, o aplicativo da Web é mais adequado. Se você precisar exibir conteúdo, mas precisar de funções do dispositivo, o híbrido é recomendado.
DESCUBRA ONDE SEU PÚBLICO SE ENCONTRA
Depois de definir o tipo de aplicativo que sua empresa terá, iremos para a próxima etapa no desenvolvimento de um aplicativo. Muito se fala sobre as diferenças entre Android e iOS e qual é a melhor.
Sua empresa deve fazer uma análise em qual das App Stores seu público está antes de decidir entre os sistemas. Se eles utilizam mais smartphone, tablets, smartwatches ou qualquer outro sistema que acesse aplicativos. Mas para decidir tudo isso, deve-se ter bem claro o objetivo da empresa com aquele aplicativo.
Aplicativo para vendas
Se o aplicativo é para vendas, pesquise se o público se encontra na Google Play Store ou na Apple App Store. Analise os aplicativos dos seus concorrentes, veja em qual das duas plataformas eles têm mais adesão.
Veja os reviews que as pessoas falam daqueles aplicativos e veja em qual das lojas os aplicativos têm mais adeptos. Não adianta ter grande número de downloads se as conversões dentro do seu aplicativo serão baixas. Nesse tipo de aplicativo sua receita se dará pelo número de vendas e não pelos acessos.
De acordo com estudos, aplicativos iOS trazem cerca de 75% a mais em receita que aplicativos Android. Assim a Apple App Store seria a mais indicada.
Aplicativo para divulgar a marca
Se o objetivo da empresa é divulgar a marca, o número de downloads é importante. Percebemos que a quantidade de usuários da Google Play é bem maior que a de Apple Store, cerca de 81% dos smartphones é Android enquanto apenas 16% é iOS.
Grande parte dos usuários Android se encontram nos mercados emergentes, principalmente Brasil, Índia e China. Se o objetivo da empresa é divulgar a marca, na Google Play Store ela terá muito mais visibilidade que na Apple App Store.
Aplicativos que gerarão receita
Se o objetivo é gerar receita ao baixar um aplicativo, a Apple Store é a mais recomendada. De acordo com a 9to5Mac, o iOS é o que gera mais receita, e as previsões até 2021 devem continuar com esse sistema na frente.
Se o objetivo é gerar receita através de Ads, como através do Google Admob, o Android é mais indicado. Como a receita é gerada pelo número de visualizações, e o Android possui muito mais usuários, sua chance de sucesso nesse sistema é maior. Criar um aplicativo com boa usabilidade e grátis para baixar te levará a criar uma grande rede de usuários que verão esses anúncios.
O DESIGNER É A ALMA DO APLICATIVO: CUIDE DA APARÊNCIA
Como tudo na vida, o aplicativo para empresa precisa ser atraente. Isso não significa prezar mais pela aparência do que pela funcionalidade, mas sim unir os dois em um conjunto vendável. O app precisa se apresentar de forma limpa, agradável e com todas as informações necessárias sendo transmitidas de forma precisa e sem confusão.
Lembre sempre que menos é mais: poluição visual é um dos maiores problemas em aplicativos de todo gênero, e podem afastar clientes facilmente. Entre um app bonito e simples de usar, e outro mais complicado e desagradável ao olhar, o consumidor muito provavelmente escolherá o primeiro.
O tamanho da tela em que o aplicativo será usado deve ser levado em conta antes de pensar em como desenvolver um aplicativo. Os botões devem ser compatíveis com o tamanho da tela e o usuário deve conseguir clicar neles facilmente. Isso influencia diretamente em como desenvolver um aplicativo, pois o design modifica a maneira de programar o App.
O ícone do seu aplicativo deve ser chamativo e interessante também. Não adianta melhorar as experiência do usuário dentro do aplicativo se o público não tiver o interesse de baixá-lo. O ícone é a primeira impressão que eles têm nas App Stores e o que eles sempre verão na tela do smartphone.
ENTENDA QUAL A SOLUÇÃO QUE SEU APLICATIVO DARÁ
Para que alguém faça o download do seu aplicativo, eles terão que entender os benefícios para eles. Mesmo se o aplicativo for gratuito, ninguém usará seu próprio espaço telefônico se não achar que é um uso útil. Ou seja, é sempre melhor deixar claro, tanto na descrição quanto nas imagens de divulgação, quais são as vantagens do aplicativo, como facilitador e inovador. Às vezes, as pessoas nem sabem que têm dificuldade até encontrar a solução; Você pode aproveitar isso para oferecer uma solução através do seu aplicativo, tornando-o quase indispensável para o usuário.
FAÇA MUITOS TESTES
Você sabe quando precisa revisar um texto que escreveu e encontrar alguns erros bobos? E quando você revisa, mais erros aparecem? Com aplicativos, é a mesma coisa. Apenas um ou dois testes não são suficientes para garantir que ele esteja funcionando perfeitamente; portanto, verifique se sua equipe de desenvolvimento de aplicativos está executando uma bateria real de testes. É muito melhor gastar tempo com isso agora do que corrigir falhas futuras e lidar com os inconvenientes transtornos, desconfortos e falta de credibilidade que surgirão entre seus clientes.
ATUALIZE CONSTANTEMENTE
Estamos na era da internet e, como parte disso, é preciso entender a velocidade com a qual algumas coisas podem se tornar obsoletas. Para não permitir que isso aconteça com o seu aplicativo (e nem que ele seja deixado de lado pelos usuários), você deve fazer atualizações frequentemente. Não se engane, isso não significa mudanças constantes no app. Significa, sim, uma checagem constante à procura de possíveis melhorias, correções e conteúdo extra. Parte disso inclui a tarefa importantíssima de escutar o feedback dos clientes, para tornar a experiência deles (e, consequentemente, a confiança deles na empresa) cada vez maior.
DIVULGUE SEU APLICATIVO
Não espere que a presença do seu aplicativo em uma App Store seja suficiente! Você precisa divulgar seu trabalho em qualquer lugar. Além das mídias sociais, outras boas dicas para promover seu aplicativo incluem a promoção de um site de aplicativo (uma simples página acessível pelo navegador que já se vincula diretamente ao download do seu produto), usando códigos QR (um tipo de código de barras que pode ser digitalizado em qualquer lugar e levar para o aplicativo) ou instale botões de compartilhamento nas principais redes sociais, deixando para o próprio cliente.
PROGRAMAÇÃO
Como estamos falando sobre o desenvolvimento de um aplicativo para sua empresa, é ideal que ele tenha uma equipe de desenvolvimento. Ao escolher o sistema, sua equipe deve escolher uma linguagem com maior afinidade.
Se sua empresa não possui uma equipe de desenvolvimento, você pode contratar uma empresa especializada. Você deve analisar cuidadosamente o tipo de aplicativo para decidir qual escolher.
Tudo isso feito, basta iniciar seu aplicativo e analisar como as pessoas o usarão, buscando sempre melhorar! Se sua empresa desenvolver aplicativos de outra forma, comente conosco e assine nossa newsletter.
Nos últimos 30 dias o Netflix foi acessado por 650 milhões de devices diferentes no mundo, informou seu CPO, Greg Peters, em palestra na Futurecom, nesta terça-feira, 29. A empresa trabalha para garantir a qualidade do streaming em 1.600 modelos diferentes de aparelhos, disse o executivo.
“No Brasil há desde gente usando o modelo mais novo de Phone até aparelhos de entrada da Xiaomi. Precisamos ter certeza que todos os dispositivos conseguem ver o conteúdo adequadamente. Tentamos maximizar cada bit trafegado para garantir a melhor qualidade possível para cada device”, comentou.
Produção local
Peters ressaltou também a estratégia do Netflix em investir em produções locais. Seu lema é “criatividade local, tecnologia global”. A empresa já realizou várias produções brasileiras, entre séries e filmes. A primeira foi a série “3%”, cuja quarta temporada será lançada em 2020.
“Mais da metade dos espectadores de 3% eram de fora do Brasil. Vimos que grandes histórias podem conectar pessoas ao redor do mundo”, comentou.
Em 2021, a Netflix vai investir R$ 350 milhões na produção de conteúdo original brasileiro, em um total de 30 novos produtos, entre séries e filmes, informou o executivo.
De acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box de junho deste ano sobre uso de apps no Brasil, 38% dos brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone assinam algum serviço pago de streaming de vídeo. Destes, 92% assinam o Netflix.
A estadunidense IBM anuncia 14º computador com base quântica, que possui 53 unidades de bit e é o mais potente até então São Paulo – A IBM, gigante americana de tecnologia e informática, anunciou nesta semana o seu 14º computador quântico – ou seja, um computador que é capaz de realizar cálculos quânticos. O novo dispositivo possui 53 unidades de bit quântico, ou qubit, que possuem a função de processamento de informações. Sendo assim, o novo modelo é o de maior performance entre os já apresentados pela companhia.
Diferentemente do bit comum, que se comporta como 0 ou 1, o qubit pode atuar como 0 e 1 ao mesmo tempo, ampliando exponencialmente a capacidade. A cada novo qubit, um computador quântico pode dobrar sua capacidade.
O sistema da nova máquina apresenta-se como um grande avanço se comparado com o último modelo desenvolvido pela empresa, que possuía 20 qubits, denominado IBM Q. Ainda que esses avanços e modernizações estejam acontecendo agora, o campo da computação quântica ainda está em nível experimental, de forma que os físicos e estudiosos ainda estão tentando introduzi-la para computadores modernos. As máquinas utilizadas até o momento são grandes e espaçosas, diferentemente dos notebooks, que estão cada vez mais compactos.
Além disso, os computadores neste formato não podem ser aquecidos, e nem possuem um sistema de esfriamento próprio – é preciso mantê-los refrigerados para evitar que eles sejam danificados. Se os responsáveis pelas máquinas do futuro continuarem a aprimorar a tecnologia, os computadores serão úteis em resoluções de problemas computacionais complexos até para as máquinas atuais. Por exemplo, um computador ou notebook da geração atual não consegue, por si só, otimizar o desempenho de investimentos financeiros, ou realizar simulações de moléculas científicas.
Em entrevista a EXAME, Ulisses Mello, diretor do laboratório de pesquisas da IBM no Brasil, comentou que um dos problemas que a computação quântica é capaz de compreender é a estrutura das moléculas, como a da cafeína. “Algumas que já identificamos são a química molecular e o machine learning (aprendizado de máquina). Usamos a computação quântica para melhorar os algoritmos de classificação de dados”, disse Mello. O diretor ainda disse acreditar que computadores neste formato começarão a ser utilizados de maneira comercial em um período de 3 até 5 anos.No começo deste ano, a IBM anunciou o dispositivo Q System One, o primeiro computador quântico que serviria para uso comercial. Dario Gil, diretor de pesquisa da IBM, disse em entrevista para o site americano especializado em tecnologia Cnet que, com o novo modelo, o usuário poderá realizar suas próprias criações. “O novo sistema quântico é importante porque oferece uma estrutura maior e oferece aos usuários a capacidade de executar experimentos de emaranhamento e conectividade ainda mais complexos”, comentou Gil.
Outras companhias do ramo, como Google, Microsoft e Intel, também estão desenvolvendo seus próprios dispositivos com base quântica. O modelo recentemente anunciado pela companhia, diferentemente dos outros da IBM, ainda não foi testado pelos funcionários ou especialistas.