Arquitetura da Informação: Entenda o conceito e como aplicá-lo

Arquitetura da Informação Entenda o conceito e como aplicá-lo

Com a chegada da internet, o acesso à informação ficou mais democrático, a partir disso passamos a ter acesso a uma infinidade de conteúdos. Isso ganha ainda mais intensidade quando utilizamos aplicativos ou navegamos através da web. 

Os usuários, ou a maioria deles, não percebem que durante a execução das suas atividades rotineiras em um computador ou celular, ao acessar sites e aplicativos, principalmente os de maior qualidade, só o fazem devido ao trabalho de profissionais responsáveis por estruturar toda a informação existente nessas plataformas. 

O principal objetivo disso é fazer com que a experiência do usuário seja melhorada. 

Esses profissionais costumam ser designers ou analistas de experiência do usuário, ou UX (User Experience), produtores de conteúdo e desenvolvedores.

São eles os responsáveis por criar e estruturar os conceitos por trás da arquitetura da informação, desenvolvendo estratégias digitais úteis e intuitivas para os usuários. 

 

Afinal, o que é Arquitetura da Informação?

O conceito surgiu por volta de 1970, juntamente com a semiótica. A arquitetura da Informação é a principal razão para que pudéssemos, facilmente, navegar online através da internet. 

O seu objetivo é permitir que as informações sejam organizadas, deixando as funcionalidades de uma página web ou aplicativo mais intuitivas e com a navegação simplificada, além de agilizar as buscas online. 

O responsável pela criação deste conceito foi Richard Saul Wurman, arquiteto e designer gráfico. Ele escreveu mais de 80 livros, sendo um deles chamado Information Anxiety, um marco histórico que delimita o início da era da Arquitetura da Informação. 

De modo resumido, essa é a área responsável por organizar os resultados que vão ser exibidos toda vez que você realizar uma busca em um site ou aplicativo. 

Quanto menos tempo você demora para encontrar uma informação, mais será necessário que você visite sites que utilizam e façam bom uso da arquitetura de informação e suas características. 

Ela é a responsável por organizar todos os elementos de uma página web, softwares e aplicativos, fazendo com que a experiência do usuário seja privilegiada, facilitando sua navegação no conteúdo que está sendo buscado e permitindo que a informação seja entregue de maneira correta. 

Esse processo pode ser nomeado como design de experiência do usuário ou arquitetura da informação, eles são os grandes responsáveis por identificar os pontos que precisam ser ajustados para melhorar essa experiência. 

 

Qual a importância desse conceito?

Até aqui, nós entendemos que a Arquitetura da Informação é responsável pela organização das informações e isso faz com que a nossa experiência de uso seja aprimorada. 

Desse modo, ela serve para criar um conteúdo que será entregue para determinado público-alvo, não sendo apenas utilizado em ambientes digitais. Esse conceito pode ser aplicativo para organização de espaços físicos, como bibliotecas, supermercados, arquivos, grandes bancos de dados, até mesmo em campanhas publicitárias.

Você perceberá que a Arquitetura da Informação está relacionada a tudo aquilo que possui uma grande quantidade de informações, sendo necessário que elas estejam disponíveis em um só local. 

Voltando a falar de ambiente digital, a experiência do usuário pode ser trabalhada obedecendo alguns tópicos, como:

 

Usuários:

persona;

necessidades;

comportamento de busca pela informação;

experiência de uso;

tarefas que pretende executar na sua aplicação.

 

Conteúdo: 

textos, imagens, gráficos, conteúdo em áudio etc.;

mapeamento das páginas ou telas;

estrutura;

taxonomia;

volume de informações.

 

Contexto: 

modelo de negócios;

objetivos do projeto;

tecnologias e metodologias de desenvolvimento;

recursos (capital, pessoas, equipamentos, entre outros);

restrições.

 

Como a Arquitetura da Informação melhora a UX?

Os desenvolvedores, seja de site, aplicativo, ou software, passam a investir em um design totalmente dedicado ao usuário, efetuar o planejamento adequado dessa etapa é essencial para que o projeto obtenha sucesso. 

É importante não confundir a experiência do usuário, UX, com a Arquitetura da Informação, IA (Information Architecture). Embora eles estejam relacionados, seus conceitos são totalmente diferentes. 

A Arquitetura da Informação vai fornecer informações essenciais para que o trabalho dos designers responsáveis pela experiência do usuário seja viabilizado. 

Ela irá oferecer os recursos para estruturação da informação, deixando o sistema compreensível e fácil de ser utilizado, já a UX fica responsável por criar estratégias de interação, fazendo com que a plataforma seja agradável para quem a utiliza. 

Esses processos de criação vão desde elementos visuais e interface até escolhas que consideram o comportamento do público-alvo e as suas necessidades. 

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Linguagem de programação: O que é e quais são mais utilizadas

Linguagem de programação O que é e quais são mais utilizadas

O conceito de linguagem de programação foi criado há um tempo com o objetivo de solucionar os prováveis problemas que surgem na área de tecnologia da informação, principalmente em aparelhos computadores e dispositivos móveis. 

Com o passar dos anos, as linguagens acompanharam a evolução constante da tecnologia e passaram a oferecer soluções para problemas mais complexos. Por isso, as ferramentas conseguem executar as mais diversas tarefas, independente da sua complexidade. 

Cada uma dessas linguagens possuem características únicas, e nós queremos te apresentar melhor esse conceito, como elas funcionam e, para quem quer aprendê-las, por onde começar.

 

O que é uma linguagem de programação?

A linguagem de programação é o caminho que permitirá a comunicação entre o hardware (computadores, dispositivos móveis e outros) e o programador. 

Ela se estabelece através de um conjunto de instruções, símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas, a partir disso, o profissional especialista em programação pode criar programas de computador, considerando um conjunto de ordens, as ações consecutivas e dados, como os algoritmos. 

Essas diretrizes permitem que o programador controle o comportamento lógico de um sistema. Todas essas linguagens de programação vão conduzir de diferentes maneiras a transmissão de comandos entre si para que seja possível executar as mais variadas ações.  

Para entender melhor, as linguagens de programação fornecem diferentes padrões de codificação binária, com sintaxe e semânticas específicas. A partir disso, é possível criar uma série de instruções e os computadores passam a agir dessa maneira, são esses códigos e recursos que fazem com que os programas e sistemas possam resolver os problemas do dia-a-dia dos usuários. 

Imagine que um ser humano se comunica através de um idioma, já as máquinas entendem o binário, um meio de comunicação é necessário para que as mensagens sejam transmitidas de modo entendível entre si, esse intermediário é justamente a linguagem de programação. 

 

Os diferentes tipos de linguagem de programação 

Eles podem ser divididos em duas categorias, são elas: 

Paradigmas de programação

Eles são, de modo simplificado, uma maneira de resolver problemas computacionais. As linguagens conseguem suportar mais de um paradigma, variando de acordo com o problema que precisa ser solucionado. 

Dentro dos paradigmas de programação existem: 

  • Procedural ou imperativo 

Esse conceito de programação irá definir os softwares como uma série de comandos para que a máquina possa executar, o nome Imperativo está relacionado ao tempo verbal, já que o programador define “as ordens” que devem ser executadas pelo computador. Faça desta maneira, depois assim e após isso deste modo. 

  • Orientado a objetos 

Esse é, atualmente, o modelo mais conhecido. O seu conceito de programação baseia-se no uso de componentes individuais, eles são chamados de objetos e compõem o software. 

Alto e baixo nível 

As linguagens de programação também são classificadas em níveis, o nível vai variar de acordo com a aproximação da sintaxe com a linguagem humana, quanto mais próximo, mais alto será o nível dessa linguagem. 

O contrário também acontece, quando a sintaxe e a semântica ficam bem próximas ao código utilizado nas máquinas, elas são classificadas como linguagens de baixo nível. 

 

Como aprender as linguagens mais utilizadas do mundo?

Existe uma infinidade de linguagens de programação, conhecer e dominar todas elas é praticamente impossível, mas algumas se destacam devido a sua popularidade no segmento. 

Cada linguagem possui uma aplicação específica e que irá atender um objetivo pré-determinado, nesse sentido, as linguagens que não são tão populares podem ser primordiais para a resolução de problemas não comuns. 

O SlashData de 2020 mostrou que as linguagens que mais são utilizadas pelos programadores são o JavaScript e a Python, sendo as preferidas dos profissionais da área.

 

JavaScript 

Essa linguagem foi desenvolvida para que os projetos desenvolvidos pudessem funcionar na Web, posteriormente na versão Mobile. Essa flexibilidade faz com que ela seja uma das mais utilizadas, além da facilidade de manuseio, permite que o programador crie uma série de opções de interatividade, o que melhora a experiência do usuário. 

 

Python 

É uma das linguagens mais interessantes, normalmente é a porta de entrada para quem quer se aventurar pelo universo da programação. A sua linguagem proporciona uma leitura de códigos mais fácil, permitindo que seja praticada sem grandes dificuldades e é porta de entrada para quem quer seguir carreira como desenvolvedor de aplicativos e programador de softwares. 

 

Conheça as principais linguagens de programação clicando neste link.

 

O que faz um profissional formado em desenvolvimento de sistemas?

O que faz um profissional formado em desenvolvimento de sistemas

O mercado de trabalho que envolve as áreas de Tecnologia da Informação, desenvolvimento de aplicativos e sistemas e programação é um dos que mais empregam no país, isso acontece devido a baixa quantidade de profissionais disponíveis para contratação, além da crescente demanda e necessidade de mão-de-obra. 

Com mais pessoas utilizando aplicativos móveis e com acesso a internet, maior é a quantidade de empresas apostando no digital e solicitando o desenvolvimento de páginas na web e de projetos para criação de apps, permitindo a compra, venda e atendimento através da banda larga e dados móveis. 

Um profissional formado nesta área será  capacitado durante toda a graduação para realizar atividades relacionadas a elaboração de hardwares de computadores ou softwares de aplicativos. 

Entenda melhor a profissão e o que faz um profissional formado na área de desenvolvimento de sistemas. 

 

A formação de um desenvolvedor 

Um estudante que inicia o curso de desenvolvimento de sistemas, provavelmente, possui afinidade com a área de exatas, embora a grade não possua apenas componentes curriculares dessa área. A maioria das universidades e faculdades do país possuem em seu currículo disciplinas que focam também no gerenciamento e gestão. 

A graduação em desenvolvimento de sistemas costuma ter um período de curso menor ao que estamos acostumados, aproximadamente 8 semestres. Quem escolher se graduar nessa área terá aproximadamente 6 semestres para conclusão do curso, o que acaba sendo uma grande vantagem, já que as instituições acabam entregando profissionais capacitados com uma maior frequência.

O aluno que concluir esse curso terá uma graduação tecnológica e estará apto para desenvolver uma grande variedade de softwares para os mais diferentes sistemas operacionais ou plataformas. 

Além disso, após adquirir o título de tecnólogo em desenvolvimento de sistemas, o aluno, caso queira, pode dar continuidade a sua formação através de cursos de pós-graduação.

A instituição que pretende formar o aluno em uma graduação tecnológica possibilita um maior contato com disciplinas que promovem a prática, normalmente apenas o primeiro semestre é voltado para a teoria que explica a análise e o desenvolvimento de sistemas. 

Como o foco é uma formação rápida para que o aluno seja inserido ao mercado de trabalho, já que os profissionais para atuação na área de TI são poucos, cabe às universidades e faculdades formar mão de obra qualificada e com rapidez. 

A grade do curso é rica em conceitos e aprendizados voltados para sistemas de informação, programação e modelagem, além das noções necessárias de empreendedorismo. 

 

O que faz o desenvolvedor de sistemas?

Após a formação, o desenvolvedor de sistemas será o profissional responsável pela criação de projetos, análise e desenvolvimento de sistemas, além da manutenção dos sistemas de informação dos mais diferentes setores. 

Ele será o responsável por fazer a gestão do sistema de informação, além de organizar e manipular dados e informações que são pertinentes para as estratégias das diversas áreas de uma empresa, além de desenvolver sistemas para a internet, no caso de corporações privadas, o profissional deverá desenvolver uma intranet para utilização empresarial. 

Os softwares que auxiliam na gestão e controle de estoque, além de armazenar informações e dados sensíveis ao negócio, são exemplos práticos dos projetos que possuem a frente um desenvolvedor de sistemas. 

A maioria das instituições de graduação ensinam empreendedorismo para os seus alunos, isso acontece devido a necessidade do desenvolvedor possuir domínio no assunto, assim ele será capaz de direcionar de maneira correta as estratégias que vão atender a demanda dos contratantes. 

Além disso, a graduação prepara o desenvolvedor de sistemas para a criação de projetos que possam funcionar em dispositivos móveis, uma das maiores demandas do mercado atual. 

O consumo de smartphones cresce anualmente, principalmente no Brasil, logo, ter profissionais que sejam capazes de desenvolver aplicativos que tenham como suporte os dispositivos móveis é um grande diferencial, dando mais possibilidades de emprego para o desenvolvedor.

 

Ser um desenvolvedor de sistemas vale a pena

Para os profissionais que se interessam por tecnologia e desejam ser incorporados ao mercado de trabalho de maneira rápida, se tornar um desenvolvedor de sistemas é uma excelente alternativa. 

A graduação tecnológica possibilita uma formação em menos de três anos, o recém-formado é absorvido pelo mercado de maneira  rápida. 

Como dissemos, isso acontece devido a falta de profissionais dessa área, por essa razão o desenvolvedor de sistemas pode se consolidar na carreira em pouco tempo, além da remuneração. 

A área de tecnologia da informação e desenvolvimento de sistemas é uma das que mais paga no Brasil e no mundo. 

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Profissões que mais vão pagar nos próximos anos

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Atualmente algumas profissões vêm se destacando positivamente no mercado, tanto quando observamos o número de vagas ofertadas no segmento como quando projetamos a remuneração dessas profissões atualmente e num futuro próximo. 

Como a área de Tecnologia da Informação, TI, vem crescendo de forma acelerada nos últimos anos, essa é uma tendência que promete continuar no mesmo ritmo nos próximos anos. Logo, investir em estudos e conhecimentos nesse segmento é apostar na possibilidade de crescimento profissional rápido, desde que feito com dedicação e atenção. 

O fato de cada vez mais as empresas e marcas precisarem de suporte tecnológico, além da real necessidade de investir em tecnologia. 

Atualmente os negócios de outros segmentos que não investem em TI acabam ficando para trás quando comparados com aqueles que acreditam no potencial de se destacar diante da concorrência quando o assunto é inovação. 

Estar presente no meio digital faz com que o potencial de venda de produtos e serviços aumente, também colabora para um melhor relacionamento com os clientes e possíveis compradores. 

Desenvolvedor de Softwares 

Esse profissional é o responsável por basicamente tudo que vemos hoje em ambiente digital, o desenvolvedor é quem constrói o projeto ou aplicativo do início e faz com que ele funcione da maneira que utilizamos no dia-a-dia. 

Praticamente todos os sites, aplicativos e programas de computador são criados por desenvolvedores de softwares.

Como a tendência é que cada vez mais pessoas utilizem celulares, notebooks e que as empresas invistam mais no mundo digital, há reais possibilidades de necessidade dessa mão-de-obra, por isso é importante aprofundar os conhecimentos na área que constantemente lança uma novidade, além de investir na sua formação. 

Especialista em Segurança da Informação 

Algumas pessoas talvez ainda não tenham escutado falar nessa profissão, um especialista em Segurança da Informação deve garantir a confidencialidade, autenticidade e disponibilidade dos conjuntos de informações armazenados. 

Mas qual a necessidade disso?

Grandes empresas buscam proteger ao máximo as suas informações, isso garante segurança interna sobre suas negociações, dados e arquivos. 

Pense como seria prejudicial para um banco que os dados dos seus clientes como, número de conta, saldo bancário e transações fossem vazados, ou então, uma grande empresa petroleira que possui seus sistemas acessados indevidamente e as informações de negociação são disponibilizadas na web? 

O prejuízo dessas ocasiões seriam imensuráveis para ambas corporações. 

Analista de Big Data 

Como vimos no tópico anterior, os dados dos usuários e das empresas são valiosos. 

Quem possuir acesso a ele terá informação suficiente para os mais diferentes propósitos, como identificar quais são as tendências de utilização de aplicativos e como os usuários se comportam.

Hoje em dia, cada vez mais pessoas têm acesso a internet e passam bastante tempo navegando na web, logo, a quantidade de dados armazenados online é imensa. 

O Analista de Big Data é o responsável por tratar, categorizar e analisar todas as informações obtidas por dados. Essa é umas das profissões que mais tendem a crescer no futuro e nos mercados de TI.

Direito Digital 

Uma nova área dentro do direito, o direito digital tem como principal objetivo entender e lidar com crimes cibernéticos, como fraudes, uso indevido de imagens, violação à propriedade intelectual, furto e vazamento de dados. 

Essa vertente do direito está relacionada com outras importantes esferas judiciais como o Direito do Consumidor, Civil e Penal. 

As pessoas que se formam em direito e queiram atuar no direito digital terão oportunidades importantes no mercado de trabalho, visto o crescimento constante do mercado e os avanços da tecnologia. 

Marketing Digital 

Com mais empresas investindo no digital, aumenta-se a necessidade de profissionais que entendam a respeito das estratégias necessárias para que o alcance, a criação de conteúdos que dialoguem com o público da marca e de planos comerciais que possam impulsionar os seus produtos.

Nesse ramo, há possibilidade de atuar como Analista de Mídias Digitais e Diretor de Marketing Digital.

Saber sobre essas estratégias de tráfego e conteúdo pode render um bom dinheiro para as empresas e, consequentemente, essa tende a ser uma área/profissão que necessite de especialistas e tende a pagar bem. 

O que achou dessa nossa lista? Deu para se inspirar e escolher alguma profissão que você tenha afinidade? Esperamos ter ajudado e que você tenha um futuro brilhante.

 

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Recentemente o termo UX se popularizou e passou a ser muito pesquisado entre as pessoas que têm interesse ou que trabalham com produtos digitais. 

Os profissionais de design precisam entender muito bem esse termo para que não se sintam perdidos em meio ao mercado de trabalho que cada vez mais cobra por um produto entregue o máximo que a UX pode proporcionar aos clientes. 

Ainda não ficou claro o que é, UX, não é? Calma que nós vamos te explicar. 

De forma literal, UX significa User Experience, em tradução livre quer dizer Experiência do Usuário.

Esse termo foi popularizado por Don Norman enquanto trabalhava para a Apple, ainda nos anos 90.

Há um vídeo na internet em que o próprio Don Norman explica o que é o termo UX, você pode assisti-lo clicando aqui

Em resumo, UX é o que o usuário final sente ao utilizar um produto, serviço ou sistema. Deve haver um equilíbrio entre os quesitos prática, experiência e interação. 

Por exemplo, quando você compra um celular novo e começa a utilizá-lo você pode se sentir feliz e confortável com diversas características do aparelho, como o sistema operacional muito rápido e com uma eficácia surpreendente, além de uma tela que responde rapidamente aos toques. Nessa situação podemos perceber que a Experiência do Usuário, a UX, foi gratificante e que a equipe responsável pelo desenvolvimento da UX teve preocupações que resultaram numa melhor experiência para quem comprou o aparelho. 

Se pensamos em um celular antigo, que trava a todo o momento, que tira prints de tela quando você dá, sem querer, cliques duplos no botão de desligar e outras situações que geram desconforto ao usuário. Aqui podemos definir que o produto não concedeu ao usuário uma boa experiência. 

A UX não está presente apenas em produtos como celulares, ela existe em qualquer tipo de produto ou serviço. O que muda são as pessoas que os desenvolveram, elas podem ter tido, como também não podem, uma preocupação em melhorar a experiência dos usuários que irão adquirir determinado produto. 

Por que melhorar a experiência do usuário?

O objetivo na melhora da experiência dos clientes que vão adquirir os seus produtos e serviços é muito claro, as pessoas precisam querer o seu produto e para isso é necessário que elas gostem dele. 

Quando as pessoas gostam do seu produto consequentemente se tornam publicitários gratuitos da sua marca. Acredite, elas possuem um poder de divulgação e capacidade de impactar pessoas surpreendente, logo, haverão mais pessoas que terão interesse em utilizar os seus serviços e produtos. 

A maioria das empresas consolidadas no mercado apostam um valor considerável de suas verbas para que os desenvolvedores de UX trabalhem diretamente na melhora da experiência dos consumidores em seus produtos. 

São essas empresas que sabem, e entendem, como a UX garante um retorno de sucesso quando a experiência do usuário é gratificante.

Não ficou satisfeito? Te daremos mais benefícios:

  • O seu produto atenderá às necessidades de quem os compra, afinal, o produto deve ser desenvolvido para suprir as necessidades dos seus clientes. Quanto mais pessoas usam e gostam do seu produto, mais o seu negócio dará certo e você terá mais lucro;
  • Durante o processo de planejamento e desenvolvimento de um produto e serviço, o desenvolvedor de UX tem o seu cliente como centro do projeto. Ele realizará pesquisas, estudos de necessidade e testes, no final do projeto o seu produto precisará de menos retoques. O seu desenvolvedor UX já testou de forma efetiva todo o produto antes do lançamento;
  • O desenvolvedor da UX realiza o seu trabalho com foco nos seus clientes e se concentra para que o design e desenvolvimento atenda os desejos dos clientes e não dos demais desenvolvedores. Com isso, você não apenas economiza com os custos do projeto, como também ajuda as empresas a usar com sabedoria os seus recursos internos. Um desenvolvedor da UX pode ajudar de maneira direta e objetiva o departamento de venda e marketing da sua empresa, reduzindo seus custos nesse segmento;
  • Com pessoas dedicadas ao desenvolvimento da UX você terá mais produtos que competem diretamente, e de forma mais agressiva, com os seus concorrentes. Ter destaque no mercado em que se atua é um diferencial importante. 

Por fim, sabemos que a UX é a Experiência do Usuário, a maneira como a pessoa se sente ao utilizar determinado produto. Essa experiência é muito importante para deixar os seus clientes felizes. Uma vez felizes com seu produto, eles se tornarão divulgadores da sua marca.  

Isso fará com que o seu planejamento e desenvolvimento de projetos seja mais assertivo, com projetos bem definidos, dentro de um orçamento previsto e correto, gerando economia, ou seja, a UX também traz benefícios para os seus negócios. 

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Devido ao advento da internet e todas as outras tecnologias que surgiram após a popularização dos serviços web e em ambiente digitais, como a criação de softwares, hardwares e aplicações para basicamente tudo, facilitando as atividades rotineiras de grandes, médias e pequenas empresas e a vida dos seus usuários. 

Recentemente foi possível observar um crescimento de serviços e negócios investindo em novas tecnologias que proporcionam aos seus clientes uma melhor experiência e as empresas investem cada vez mais em métodos de leitura de dados e demais aspectos de big data. 

A inteligência artificial (IA) e o machine learning representam bem esse diferencial promovido pela era digital. 

 

O que é Inteligência Artificial

A Ciência da Computação é a responsável por simular a inteligência e o comportamento humano em máquinas, o principal objetivo é que computadores possam realizar atividades humanas. São exemplos de Inteligência Artificial os carros autônomos e aviões pilotados de maneira automática. 

Por mais que isso pareça uma novidade, a inteligência artificial está cada vez mais presente no nosso dia a dia. 

Já percebeu que quando você está navegando na internet e decide comprar algo, no site sempre há uma área de nome “produtos recomendados” ou então “você também pode gostar disso”, outro exemplo é quando vemos e-mails sendo classificados como spam. 

Essa escolha de produtos com base no nosso comportamento nas redes sociais e classificação de e-mails como indesejados fazem parte do trabalho da inteligência artificial.

O responsável pelo termo Inteligência Artificial foi John McCarthy, professor de matemática do Dartmouth College, as palavras Inteligência Artificial foram ditas pela primeira vez em 1955. 

Naquela época McCarthy e outros colegas ofereceram uma visão de futuro muito pretensiosa: construir computadores para desempenhar atividades ligadas à cognição humana, como abstração e uso da linguagem.

O que poderia soar como absurdo hoje em dia é algo comum, nós temos máquinas que realizam exatamente essas atividades. 

 

O que é Machine Learning 

Muitas pessoas acreditam que Machine Learning e Inteligência Artificial significam a mesma coisa, mas isso não é verdade. 

Embora estejam ligados, uma vez que a IA é um conceito que inclui o aprendizado de máquinas como um dos seus recursos, machine learning é o aprendizado de uma máquina, um sistema que modifica o seu comportamento de maneira autônoma, tendo como base a sua própria experiência. Nessa questão, a interferência humana é mínima. 

Para isso, os desenvolvedores criam um conjunto de regras lógicas que melhoram o desempenho de uma tarefa, ou seja, permite que a máquina tome decisões de maneira prática, considerando qual ação é a mais apropriada para o contexto. Essas regras são criadas com base em uma análise de dados.

Para facilitar o entendimento, vamos a um exemplo. 

Um usuário de smartphone fará uma pesquisa sobre o significado da palavra bravo. Para trazer o resultado dessa pesquisa o sistema irá analisar diversos parâmetros para decidir qual serão os resultados, podendo ser enfurecido ou corajoso, dois resultados para a busca que estamos utilizando como respostas possíveis

Acontece que, se minutos antes o usuário pesquisou por coragem, corajoso, o sistema tenderá a exibir resultados nesse contexto primeiro, tomando por base os dados de histórico de navegação do usuário. 

Os benefícios do Machine Learning 

Quando consideramos os benefícios promovidos por essa tecnologia para os profissionais que trabalham com o desenvolvimento de aplicativos e softwares, percebemos que através do Machine Learning é possível inserir uma série de recursos importantes que dão aos projetos criados pelos desenvolvedores mais segurança, melhora na experiência do usuário, uma colaboração considerável no algoritmo, respondendo a pesquisas e tendências de maneira mais fiel aos gostos e costumes de consumidores e clientes. 

Entre outras vantagens, combinadas com as promovidas pela Inteligência Artificial, podemos destacar as seguintes:

  • Uma possibilidade mais assertiva para detectar potenciais tentativas de fraudes;
  • Um resultado de pesquisas na web de maneira mais personalizada;
  • Anúncios que dialoguem com os interesses do usuário, isso em tempo real e em páginas web e em dispositivos móveis; 
  • Análise de sentimentos baseada em textos escritos pelo usuário; 
  • Pontuação de crédito e melhores ofertas;
  • Através dessa tecnologia é possível prever possíveis falhas em equipamentos; 
  • Disponibilidade de novos modelos de precificação; 
  • Também é possível detectar invasões em determinadas redes;
  • O algoritmo também consegue identificar e reconhecer padrões de mensagens, imagens e mais;
  • Filtragem de spams em caixas de e-mail.

O Machine Learning, também chamado de Aprendizado de Máquina, é uma metodologia utilizada para analisar dados de maneira automatizada, isso permite desenvolver, por meio de algoritmos, sistemas mais responsivos, analíticos e fiéis à experiência do usuário.

Dessa forma, permitem que os computadores consigam encontrar insights ocultos sem que precisem de uma programação explícita para buscar por algo específico.

 

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