Arquitetura da Informação: Entenda o conceito e como aplicá-lo

Arquitetura da Informação Entenda o conceito e como aplicá-lo

Com a chegada da internet, o acesso à informação ficou mais democrático, a partir disso passamos a ter acesso a uma infinidade de conteúdos. Isso ganha ainda mais intensidade quando utilizamos aplicativos ou navegamos através da web. 

Os usuários, ou a maioria deles, não percebem que durante a execução das suas atividades rotineiras em um computador ou celular, ao acessar sites e aplicativos, principalmente os de maior qualidade, só o fazem devido ao trabalho de profissionais responsáveis por estruturar toda a informação existente nessas plataformas. 

O principal objetivo disso é fazer com que a experiência do usuário seja melhorada. 

Esses profissionais costumam ser designers ou analistas de experiência do usuário, ou UX (User Experience), produtores de conteúdo e desenvolvedores.

São eles os responsáveis por criar e estruturar os conceitos por trás da arquitetura da informação, desenvolvendo estratégias digitais úteis e intuitivas para os usuários. 

 

Afinal, o que é Arquitetura da Informação?

O conceito surgiu por volta de 1970, juntamente com a semiótica. A arquitetura da Informação é a principal razão para que pudéssemos, facilmente, navegar online através da internet. 

O seu objetivo é permitir que as informações sejam organizadas, deixando as funcionalidades de uma página web ou aplicativo mais intuitivas e com a navegação simplificada, além de agilizar as buscas online. 

O responsável pela criação deste conceito foi Richard Saul Wurman, arquiteto e designer gráfico. Ele escreveu mais de 80 livros, sendo um deles chamado Information Anxiety, um marco histórico que delimita o início da era da Arquitetura da Informação. 

De modo resumido, essa é a área responsável por organizar os resultados que vão ser exibidos toda vez que você realizar uma busca em um site ou aplicativo. 

Quanto menos tempo você demora para encontrar uma informação, mais será necessário que você visite sites que utilizam e façam bom uso da arquitetura de informação e suas características. 

Ela é a responsável por organizar todos os elementos de uma página web, softwares e aplicativos, fazendo com que a experiência do usuário seja privilegiada, facilitando sua navegação no conteúdo que está sendo buscado e permitindo que a informação seja entregue de maneira correta. 

Esse processo pode ser nomeado como design de experiência do usuário ou arquitetura da informação, eles são os grandes responsáveis por identificar os pontos que precisam ser ajustados para melhorar essa experiência. 

 

Qual a importância desse conceito?

Até aqui, nós entendemos que a Arquitetura da Informação é responsável pela organização das informações e isso faz com que a nossa experiência de uso seja aprimorada. 

Desse modo, ela serve para criar um conteúdo que será entregue para determinado público-alvo, não sendo apenas utilizado em ambientes digitais. Esse conceito pode ser aplicativo para organização de espaços físicos, como bibliotecas, supermercados, arquivos, grandes bancos de dados, até mesmo em campanhas publicitárias.

Você perceberá que a Arquitetura da Informação está relacionada a tudo aquilo que possui uma grande quantidade de informações, sendo necessário que elas estejam disponíveis em um só local. 

Voltando a falar de ambiente digital, a experiência do usuário pode ser trabalhada obedecendo alguns tópicos, como:

 

Usuários:

persona;

necessidades;

comportamento de busca pela informação;

experiência de uso;

tarefas que pretende executar na sua aplicação.

 

Conteúdo: 

textos, imagens, gráficos, conteúdo em áudio etc.;

mapeamento das páginas ou telas;

estrutura;

taxonomia;

volume de informações.

 

Contexto: 

modelo de negócios;

objetivos do projeto;

tecnologias e metodologias de desenvolvimento;

recursos (capital, pessoas, equipamentos, entre outros);

restrições.

 

Como a Arquitetura da Informação melhora a UX?

Os desenvolvedores, seja de site, aplicativo, ou software, passam a investir em um design totalmente dedicado ao usuário, efetuar o planejamento adequado dessa etapa é essencial para que o projeto obtenha sucesso. 

É importante não confundir a experiência do usuário, UX, com a Arquitetura da Informação, IA (Information Architecture). Embora eles estejam relacionados, seus conceitos são totalmente diferentes. 

A Arquitetura da Informação vai fornecer informações essenciais para que o trabalho dos designers responsáveis pela experiência do usuário seja viabilizado. 

Ela irá oferecer os recursos para estruturação da informação, deixando o sistema compreensível e fácil de ser utilizado, já a UX fica responsável por criar estratégias de interação, fazendo com que a plataforma seja agradável para quem a utiliza. 

Esses processos de criação vão desde elementos visuais e interface até escolhas que consideram o comportamento do público-alvo e as suas necessidades. 

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Linguagem de programação: O que é e quais são mais utilizadas

Linguagem de programação O que é e quais são mais utilizadas

O conceito de linguagem de programação foi criado há um tempo com o objetivo de solucionar os prováveis problemas que surgem na área de tecnologia da informação, principalmente em aparelhos computadores e dispositivos móveis. 

Com o passar dos anos, as linguagens acompanharam a evolução constante da tecnologia e passaram a oferecer soluções para problemas mais complexos. Por isso, as ferramentas conseguem executar as mais diversas tarefas, independente da sua complexidade. 

Cada uma dessas linguagens possuem características únicas, e nós queremos te apresentar melhor esse conceito, como elas funcionam e, para quem quer aprendê-las, por onde começar.

 

O que é uma linguagem de programação?

A linguagem de programação é o caminho que permitirá a comunicação entre o hardware (computadores, dispositivos móveis e outros) e o programador. 

Ela se estabelece através de um conjunto de instruções, símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas, a partir disso, o profissional especialista em programação pode criar programas de computador, considerando um conjunto de ordens, as ações consecutivas e dados, como os algoritmos. 

Essas diretrizes permitem que o programador controle o comportamento lógico de um sistema. Todas essas linguagens de programação vão conduzir de diferentes maneiras a transmissão de comandos entre si para que seja possível executar as mais variadas ações.  

Para entender melhor, as linguagens de programação fornecem diferentes padrões de codificação binária, com sintaxe e semânticas específicas. A partir disso, é possível criar uma série de instruções e os computadores passam a agir dessa maneira, são esses códigos e recursos que fazem com que os programas e sistemas possam resolver os problemas do dia-a-dia dos usuários. 

Imagine que um ser humano se comunica através de um idioma, já as máquinas entendem o binário, um meio de comunicação é necessário para que as mensagens sejam transmitidas de modo entendível entre si, esse intermediário é justamente a linguagem de programação. 

 

Os diferentes tipos de linguagem de programação 

Eles podem ser divididos em duas categorias, são elas: 

Paradigmas de programação

Eles são, de modo simplificado, uma maneira de resolver problemas computacionais. As linguagens conseguem suportar mais de um paradigma, variando de acordo com o problema que precisa ser solucionado. 

Dentro dos paradigmas de programação existem: 

  • Procedural ou imperativo 

Esse conceito de programação irá definir os softwares como uma série de comandos para que a máquina possa executar, o nome Imperativo está relacionado ao tempo verbal, já que o programador define “as ordens” que devem ser executadas pelo computador. Faça desta maneira, depois assim e após isso deste modo. 

  • Orientado a objetos 

Esse é, atualmente, o modelo mais conhecido. O seu conceito de programação baseia-se no uso de componentes individuais, eles são chamados de objetos e compõem o software. 

Alto e baixo nível 

As linguagens de programação também são classificadas em níveis, o nível vai variar de acordo com a aproximação da sintaxe com a linguagem humana, quanto mais próximo, mais alto será o nível dessa linguagem. 

O contrário também acontece, quando a sintaxe e a semântica ficam bem próximas ao código utilizado nas máquinas, elas são classificadas como linguagens de baixo nível. 

 

Como aprender as linguagens mais utilizadas do mundo?

Existe uma infinidade de linguagens de programação, conhecer e dominar todas elas é praticamente impossível, mas algumas se destacam devido a sua popularidade no segmento. 

Cada linguagem possui uma aplicação específica e que irá atender um objetivo pré-determinado, nesse sentido, as linguagens que não são tão populares podem ser primordiais para a resolução de problemas não comuns. 

O SlashData de 2020 mostrou que as linguagens que mais são utilizadas pelos programadores são o JavaScript e a Python, sendo as preferidas dos profissionais da área.

 

JavaScript 

Essa linguagem foi desenvolvida para que os projetos desenvolvidos pudessem funcionar na Web, posteriormente na versão Mobile. Essa flexibilidade faz com que ela seja uma das mais utilizadas, além da facilidade de manuseio, permite que o programador crie uma série de opções de interatividade, o que melhora a experiência do usuário. 

 

Python 

É uma das linguagens mais interessantes, normalmente é a porta de entrada para quem quer se aventurar pelo universo da programação. A sua linguagem proporciona uma leitura de códigos mais fácil, permitindo que seja praticada sem grandes dificuldades e é porta de entrada para quem quer seguir carreira como desenvolvedor de aplicativos e programador de softwares. 

 

Conheça as principais linguagens de programação clicando neste link.

 

O que faz um profissional formado em desenvolvimento de sistemas?

O que faz um profissional formado em desenvolvimento de sistemas

O mercado de trabalho que envolve as áreas de Tecnologia da Informação, desenvolvimento de aplicativos e sistemas e programação é um dos que mais empregam no país, isso acontece devido a baixa quantidade de profissionais disponíveis para contratação, além da crescente demanda e necessidade de mão-de-obra. 

Com mais pessoas utilizando aplicativos móveis e com acesso a internet, maior é a quantidade de empresas apostando no digital e solicitando o desenvolvimento de páginas na web e de projetos para criação de apps, permitindo a compra, venda e atendimento através da banda larga e dados móveis. 

Um profissional formado nesta área será  capacitado durante toda a graduação para realizar atividades relacionadas a elaboração de hardwares de computadores ou softwares de aplicativos. 

Entenda melhor a profissão e o que faz um profissional formado na área de desenvolvimento de sistemas. 

 

A formação de um desenvolvedor 

Um estudante que inicia o curso de desenvolvimento de sistemas, provavelmente, possui afinidade com a área de exatas, embora a grade não possua apenas componentes curriculares dessa área. A maioria das universidades e faculdades do país possuem em seu currículo disciplinas que focam também no gerenciamento e gestão. 

A graduação em desenvolvimento de sistemas costuma ter um período de curso menor ao que estamos acostumados, aproximadamente 8 semestres. Quem escolher se graduar nessa área terá aproximadamente 6 semestres para conclusão do curso, o que acaba sendo uma grande vantagem, já que as instituições acabam entregando profissionais capacitados com uma maior frequência.

O aluno que concluir esse curso terá uma graduação tecnológica e estará apto para desenvolver uma grande variedade de softwares para os mais diferentes sistemas operacionais ou plataformas. 

Além disso, após adquirir o título de tecnólogo em desenvolvimento de sistemas, o aluno, caso queira, pode dar continuidade a sua formação através de cursos de pós-graduação.

A instituição que pretende formar o aluno em uma graduação tecnológica possibilita um maior contato com disciplinas que promovem a prática, normalmente apenas o primeiro semestre é voltado para a teoria que explica a análise e o desenvolvimento de sistemas. 

Como o foco é uma formação rápida para que o aluno seja inserido ao mercado de trabalho, já que os profissionais para atuação na área de TI são poucos, cabe às universidades e faculdades formar mão de obra qualificada e com rapidez. 

A grade do curso é rica em conceitos e aprendizados voltados para sistemas de informação, programação e modelagem, além das noções necessárias de empreendedorismo. 

 

O que faz o desenvolvedor de sistemas?

Após a formação, o desenvolvedor de sistemas será o profissional responsável pela criação de projetos, análise e desenvolvimento de sistemas, além da manutenção dos sistemas de informação dos mais diferentes setores. 

Ele será o responsável por fazer a gestão do sistema de informação, além de organizar e manipular dados e informações que são pertinentes para as estratégias das diversas áreas de uma empresa, além de desenvolver sistemas para a internet, no caso de corporações privadas, o profissional deverá desenvolver uma intranet para utilização empresarial. 

Os softwares que auxiliam na gestão e controle de estoque, além de armazenar informações e dados sensíveis ao negócio, são exemplos práticos dos projetos que possuem a frente um desenvolvedor de sistemas. 

A maioria das instituições de graduação ensinam empreendedorismo para os seus alunos, isso acontece devido a necessidade do desenvolvedor possuir domínio no assunto, assim ele será capaz de direcionar de maneira correta as estratégias que vão atender a demanda dos contratantes. 

Além disso, a graduação prepara o desenvolvedor de sistemas para a criação de projetos que possam funcionar em dispositivos móveis, uma das maiores demandas do mercado atual. 

O consumo de smartphones cresce anualmente, principalmente no Brasil, logo, ter profissionais que sejam capazes de desenvolver aplicativos que tenham como suporte os dispositivos móveis é um grande diferencial, dando mais possibilidades de emprego para o desenvolvedor.

 

Ser um desenvolvedor de sistemas vale a pena

Para os profissionais que se interessam por tecnologia e desejam ser incorporados ao mercado de trabalho de maneira rápida, se tornar um desenvolvedor de sistemas é uma excelente alternativa. 

A graduação tecnológica possibilita uma formação em menos de três anos, o recém-formado é absorvido pelo mercado de maneira  rápida. 

Como dissemos, isso acontece devido a falta de profissionais dessa área, por essa razão o desenvolvedor de sistemas pode se consolidar na carreira em pouco tempo, além da remuneração. 

A área de tecnologia da informação e desenvolvimento de sistemas é uma das que mais paga no Brasil e no mundo. 

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Gestão em TI: 4 ferramentas que vão te ajudar nos seus negócios

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A maioria das empresas que existem hoje possuem algum departamento para realizar as atividades voltadas à área de TI da corporação. Pequena, média ou de grande porte, essas empresas perceberam a chegada da tecnologia e a sua importância para o desenvolvimento das atividades relacionadas ao negócio. 

Com a implementação da tecnologia pelas empresas, seja para melhorar os processos operacionais ou facilitar o trabalho através da automação, se percebeu a necessidade de ter profissionais capacitados em TI para o acompanhamento desses sistemas, mas de que modo fazer a gestão de tecnologia da informação nas empresas?

Atualmente, algumas ferramentas para gestão em TI estão sendo disponibilizadas, o principal objetivo é simplificar e otimizar os processos.

A tecnologia deve ser utilizada não só como uma estratégia, o profissional responsável pela área de TI da sua empresa deve ter um conhecimento a respeito das ferramentas, objetivando a aquisição de produtos e softwares de gestão que, além de agregarem valor aos processar da empresa, atendam as necessidades que surgem no mercado. 

Continue lendo o nosso blog e conheça cinco ferramentas que vão te auxiliar na gestão dos processos de TI na sua corporação. 

 

Ferramentas de Gestão em TI? 

Não é novidade que a área de TI revolucionou a nossa rotina, nós realizamos a maioria das atividades, que antes eram burocráticas, clicando em uma tela de um smartphone. 

As ferramentas de gestão de TI são aplicações ou softwares que têm como objetivo deixar processos mais eficientes. Podemos defini-las como todo e qualquer aplicativo que tenha como função simplificar e otimizar a comunicação dentro do ambiente corporativo. 

Como havíamos dito antes, atualmente são raras as empresas que não utilizam a internet para realizar as suas atividades, ela está presente em empresas de vendas e naquelas que interagem com o público, como os serviços de streaming. Por isso, as corporações estão implementando ferramentas de TI, utilizando softwares como banco de dados e armazenamento de informações. 

É comum se questionar se essas ferramentas poderão substituir a participação de humanos no processo, a resposta é não, os seres humanos são indispensáveis para que o processo funcione como deve.

As ferramentas auxiliam em processos repetitivos, na organização e na análise de dados, é preciso que o ser humano entre com sua capacidade cognitiva para direcionar as estratégias, interpretá-las e, se necessário, ajustar a ferramenta para obter indicadores melhores. 

 

Ferramentas para melhorar a sua gestão em TI 

ERPs – Sistemas de gestão integrada 

Estes sistemas são essenciais para que as políticas administrativas de uma empresa funcionem bem, mesmo que precisem lidar com um grande número de informações. O ERPs auxilia na integração, fazendo com que os setores se comuniquem e torne a cadeia operacional mais eficaz. 

Essa ferramenta de gestão coleta os dados e os processa de modo muito preciso, centralizando em um único lugar informações sobre transações financeiras, vendas, estoque e outras, facilitando o acesso de pessoas credenciadas, tornando o processo mais eficaz. 

Entre os benefícios dessa ferramenta, podemos destacar a segurança de dados, otimização dos custos, redução do tempo de resposta, acesso remoto e escalabilidade. 

 

Ferramentas de sincronização de arquivos em nuvem

Com o avanço da qualidade das conexões banda larga alinhado com o aumento da capacidade de dispositivos móveis, o trabalho se tornou mais flexível. 

Hoje, os profissionais conseguem trabalhar de qualquer lugar e isso é viável para as empresas também, a facilidade promovida pelo acesso aos dados corporativos através de credenciais e em serviços de cloud storage impulsionou a utilização dessas ferramentas e democratizou o home office. 

Os gestores de TI podem definir quais são os dados que serão acessados pelo colaborador e quais aparelhos podem ter acesso ao conteúdo. Nessa modalidade o uso da criptografia é regra, além de outras soluções em segurança da informação para evitar o uso não autorizado de dados corporativos. 

 

Gestão de tempo e produtividade 

O help desk é uma das ferramentas que contribui para o gerenciamento e monitoramento do desempenho dos colaboradores de uma empresa, mas há outros sistemas que contribuem para um maior controle das atividades. 

A produtividade é um elemento fundamental para a gestão de TI, o tempo durante a jornada deve ser dedicado ao desenvolvimento das atividades laborais, evitando o desperdício de minutos, ou até mesmo horas. 

A adoção de ferramentas que controlam o acesso a internet e monitoram em online o tempo gasto pela equipe, evitando o acesso a sites que fujam do interesse da operação, isso contribui para uma gestão de tempo mais efetiva.

 

Gestão de Redes 

Empresas conectadas são importantes, elas estão indo de encontro à tendência da evolução dos aplicativos e isso faz com que o trabalho seja facilitado, como por exemplo, a possibilidade reuniões a distância. 

O gestor de TI deve observar com atenção esse ponto, disponibilizando ferramentas que contribuem para o monitoramento da rede. Isso auxilia no mapeamento de possíveis problemas, como a lentidão que pode interromper serviços. 

Uma rede mal estruturada pode representar perigo para a corporação, servindo como porta de entrada para ameaças já conhecidas do mundo virtual, a exemplo do vazamento de dados. 

 

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O home office, definitivamente, já se tornou uma realidade para a maioria das empresas que conseguem flexibilizar a modalidade de trabalho dos seus colaboradores. Além disso, o trabalho remoto possibilitou, e inclusive aumentou, a criação de demandas para tirar projetos do papel, abrindo possibilidades de trabalho para desenvolvedores e programadores de aplicativos.

Com as pessoas passando mais tempo em casa, as empresas enxergaram a necessidade de criar alternativas viáveis para que as pessoas pudessem continuar consumindo os produtos e serviços comercializados por elas. 

Quando consideramos o ano de 2020 e 2021, percebemos que há uma busca cada vez mais frequente por profissionais que possam atender a eminente demanda de desenvolvimento dos serviços digitais de diversas empresas, sejam de empresas brasileiras ou do exterior. 

O principal alvo dessa busca são pessoas que estejam dispostas a desenvolver as suas atividades e, claro, tenham qualificação para que sejam empregadas, seja na modalidade CLT ou no modelo freelancer. Se observarmos os dados da modalidade de contratação, 60% dos participantes de uma pesquisa desenvolvida pela Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais), têm preferência pelo contrato de “carteira assinada”.

Dos profissionais que participaram desse levantamento, 86,5% preferem trabalhar no modelo do home office, mas quais são as vantagens dessa modalidade de trabalho? Nós vamos te contar.  

As vantagens de trabalhar de casa

Desenvolver as atividades laborais do conforto do lar pode ser vantajoso tanto para o desenvolvedor como para aquele que gera a oportunidade de trabalho. 

Entre as principais vantagens apontadas por quem trabalha e promove o trabalho remoto estão o aumento da qualidade de vida dos colaboradores, uma diminuição considerável de custos, tanto para empresas como para colaboradores e um aumento significativo na produtividade, o que é vantajoso para quem trabalha e para quem contrata. 

  • Aumento da produtividade

Esse é um dos pontos mais debatidos, é comum que empresários cogitem a possibilidade do trabalho desenvolvido pelos colaboradores perca qualidade e produtividade, já que o acompanhamento não está sendo realizado de modo presencial. 

Reza a lenda que os colaboradores que desenvolvem os trabalhos de casa tendem a ser menos disciplinados, mas há pesquisas, como a da Universidade de Stanford, que conclui que o trabalho remoto aumentou a produtividade de algumas empresas em 13%. Se considerarmos o Brasil, 56% dos trabalhadores que estão em home office se consideram mais produtivos, aponta esta pesquisa

  • Diminuição dos custos 

Quão econômico pode ser trabalhar de casa? Quando se trabalha de casa, o empregado reduz custos, assim como o colaborador, já que não há contribuição com os gastos de transporte, além da ajuda de custo que costuma ser paga para quem trabalha na modalidade remota. Também é possível conciliar duas atividades, caso seja a vontade do desenvolvedor. 

  • Redução dos casos de estresse 

Com menos pessoas precisando enfrentar o trânsito caótico das cidades brasileiras, ao menos duas vezes por dia, foi possível identificar uma redução no número de desenvolvedores estressados. Além disso, pesquisas apontam que 82% dos trabalhadores que desempenham suas atividades em home office afirmam estar menos estressados em algum nível. 

  • Menos incidência de doenças

Sabemos que muitas empresas adotaram o modelo home office devido a pandemia do Covid-19, essa foi uma das estratégias para diminuir a taxa de contágio em cidades de todo o mundo. Pesquisas também apontam que os colaboradores já foram para escritórios com algum sintoma de doença. 

  • Melhora na sua alimentação e na qualidade do sono

Pesquisas mostram que 42% das pessoas que trabalham em home office adotaram uma alimentação mais saudável quando comparado com o período em que trabalhavam em prédios comerciais e escritórios. 45% dizem que estão dormindo melhor. Outra pesquisa aponta que pessoas que não precisam se deslocar diariamente para o local de trabalho correm menos risco de sofrer com taxas elevadas de colesterol e obesidade. 

  • Tendência no Brasil

Como o home office tende a ser uma realidade no Brasil, como aponta a Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades, o número de pessoas nessa modalidade aumentou 22%, quando consideramos as empresas, 45% delas adotam o home office, 15% querem implementar o modelo de trabalho.

Saiba quais métricas podem te ajudar a ter um app de sucesso

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Confira, neste texto, quais métricas podem te ajudar a ter um app de sucesso.

Um aplicativo bem elaborado e que atenda as necessidades dos clientes é um destaque positivo para as pequenas e médias empresas. Atualmente, essa é a tendência do mercado, estar presente em ambientes digitais faz com que negócios e marcas estejam mais próximos dos seus clientes e consumidores. 

Existem diversos tipos de aplicativos e, com certeza, algum deve atingir as suas expectativas enquanto empreendedor. Para o sucesso dessa alternativa de relacionamento com seus clientes e excelente meio de comunicação e marketing, é preciso pensar em um projeto e, principalmente, executá-lo de maneira correta.  

Para que o seu aplicativo seja bem sucedido, é necessário que você saiba como planejar um app quando for idealizar futuros projetos. 

Nós vamos te dar 8 dicas incríveis, vamos lá?

  1. De que modo o seu app irá resolver a vida do seu cliente

É necessário se perguntar qual o problema que o aplicativo irá resolver antes de pensar em realizá-lo. Na verdade, essa é a primeira coisa que você deve ter em mente quando for iniciar o seu projeto. Além disso, vale a pena pensar na maneira como o seu app irá resolver o problema inicial, por isso é importante pensar em usualidade. 

Um aplicativo usual agrega a experiência do usuário, principalmente quando o design foi pensado para ser intuitivo e simples. 

Fuja de processos complicados, um bom aplicativo deve executar ações de maneira rápida e deve ser fácil de utilizar. 

  1. A primeira impressão é a que fica 

Pensar nas funções do aplicativo não é uma tarefa simples, mas esse é um dos principais processos para criação. 

As funções do app devem alcançar o objetivo de maneira rápida e simples. 

Especialistas dizem que “[…] É melhor criar 10 apps com uma funcionalidade genial cada do que um único app que reúna 10 funções diferentes.”

  1. Funcionalidade e design agregam valor ao app 

Seu aplicativo terá sucesso se o design mobile for pensado e desenvolvido com cuidado. 

A identidade visual, arquitetura da informação e a navegação do aplicativo são fatores que farão com que ele se posicione bem e agradará os consumidores e usuários. Um visual moderno, com contrastes sutis de cores e uma tipografia balanceada faz com que o usuário se sinta confortável utilizando, fazendo com que ele abra o app mais vezes. 

  1. A gamificação é um diferencial positivo 

O aplicativo pode e deve aproveitar as vantagens proporcionadas pela gamificação.

Utilizar mecanismos que estimulem o usuário a continuar navegando pelo app melhora a experiência do usuário, fazendo com que ele se sinta recompensado. 

Uma boa alternativa para isso é criar um programa de fidelidade onde o cliente acumula pontos. 

  1. Facilite as possibilidades de login no app 

Hoje em dia, cada vez menos pessoas têm paciência para preencher formulários com informações como nome completo, CPF, e-mail e outros dados. 

Invista em logins alternativos e rápidos, como através do facebook e conta google. 

Isso fará com que o usuário se cadastre no seu aplicativo e não desista de entrar na plataforma. Aplicativos que facilitam a entrada do usuário costumam estar bem posicionados. 

  1. Invista em marketing mobile 

Um novo aplicativo precisa ter um planejamento de marketing, dessa forma, mais pessoas vão conhecer a plataforma do seu negócio. 

Um bom plano de marketing deve utilizar redes sociais, sites, vídeos e anúncios. Tudo isso fará com que o seu aplicativo seja popular e conhecido. 

  1. Peça o feedback dos usuários do app 

A avaliação das pessoas que vão utilizar o seu aplicativo é essencial para saber qual a percepção dos seus consumidores em relação ao serviço e produto que estão sendo oferecidos por você. 

Através dos comentários dos usuários será possível realizar ajustes, ou então, criar ações que continuem atendendo as expectativas dos consumidores. Inclusive, uma boa avaliação do seu aplicativo pode chamar mais pessoas para utilizarem o app. 

  1. Utilize trackers e saia na frente 

Os app tracker são ótimas ferramentas para que você possa agregar mais informações e funcionalidades que vão de encontro aos desejos dos seus consumidores e ele pode te ajudar muito no marketing mobile. 

Os tracker podem te informar qual o produto que está sendo mais clicado no seu aplicativo, analisar de maneira completa o uso dos consumidores do aplicativo, qual a taxa de utilização e muito mais informações que vão posicionar ainda mais o seu app. 

 

Um bom aplicativo fará você se destacar no mercado em que atua, te auxilia no processo de fidelização dos seus clientes e te diferencia dos seus concorrentes.

 

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Indústria 4.0: Como os aplicativos contribuem para este projeto

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Que nós estamos vivendo uma revolução tecnológica, isso não é novidade. Cada dia é mais comum perceber a presença dos avanços da internet e suas contribuições para a melhoria da nossa qualidade de vida, segurança e facilidade para execução de atividades que antes eram burocráticas, cansativas e que davam uma margem considerável para possíveis erros. 

Os historiadores nos contam que a nossa sociedade vivenciou três grandes revoluções industriais, a última se iniciou em 1950 e mudou o cenário da nossa sociedade para o que conhecemos atualmente. 

Há pesquisadores que nos dizem que estamos vivenciando a quarta grande revolução industrial, chamada de Indústria 4.0. Ela ocorre porque a tecnologia avançou ao ponto de estar presente nos mais diversos segmentos industriais e isso trouxe incontáveis benefícios para todos eles. 

Nos dias de hoje, é possível perceber que cada vez mais empresas investem em tecnologia para melhorar a sua atuação e automatizar processos, deixando-os mais rápidos, flexíveis e eficientes.  A indústria 4.0 tem como objetivo principal unificar recursos físicos e digitais, conectar máquinas e sistemas e elevar a qualidade, além de promover a redução de custos operacionais. 

Com isso, foi possível perceber um aumento e, consequentemente, uma valorização maior ao mercado de tecnologia e desenvolvimento de aplicativos e softwares no Brasil e no mundo. Nunca se precisou tanto de mão de obra qualificada para criar mecanismos para que os benefícios promovidos pela tecnologia em diversas áreas pudessem ser aproveitados em sua plenitude. 

Não há a menor possibilidade de separar a revolução promovida pela Indústria 4.0 e o suporte oferecido por todos os profissionais que atuam na área de TI, ambas as áreas caminham juntas para que toda a sociedade seja beneficiada. 

Voltando a Indústria 4.0, ela se baseia em nove grandes pilares tecnológicos que sustentam a ideia e os seus objetivos. Nós vamos te apresentá-los agora. 

 

Os pilares da Indústria 4.0

Inteligência Artificial 

As máquinas são responsáveis por tomar decisões rápidas, interpretar comandos e possíveis eventos, além de analisar quais são as tendências e comportamentos do software ou sistema. Essa análise costuma ser avançada e as técnicas empregadas na IA são baseadas na lógica. 

 

Computação de nuvem

Nessa tecnologia, os servidores, softwares, redes, bancos de dados e outros são disponibilizados de maneira online, através da internet. Isso é possível pois essa tecnologia utiliza métodos de armazenamento e cálculos de servidores que ficam hospedados em Datacenter. 

 

O Big Data 

Ele é uma possibilidade para armazenar e atuar em dados de maneira complexa. Conseguem armazenar um grande volume de informações, para isso, técnicas de estatísticas e de aprendizagem de máquina são aplicadas para que seja possível extrair informações e dados relevantes e necessários, filtrando interferências e tendências que um ser humano não conseguiria analisar. 

 

Cyber Segurança

Hardwares e Softwares são criados para proteger informações de possíveis ameaças que podem colocar em risco todas as informações que estão armazenadas no sistema, evitando que ela seja transportada ou processada por sistemas não autorizados. 

 

Internet das Coisas

Uma complexa rede que se comunica e interage entre si. Também é possível monitorar e controlar o ambiente de maneira remota. 

 

Robótica

Os robôs são dispositivos que tomam atitudes de maneira autônoma, ou parcialmente autônoma. Eles podem interagir com pessoas ou em ambientes e podem mudar de comportamento com base em sensores. 

 

Manufatura digital

São sistemas integrados, que ficam baseados em um dispositivo, e através deles é possível realizar simulações, ter visualizações em 3D e utilizar ferramentas que auxiliam na criação de processos e produtos manufaturados digitalmente 

 

Manufatura aditiva 

É a fabricação de peças criadas a partir de um desenho digital, feito em softwares . A impressão é realizada através de um dispositivo em 3D, podendo ser criado em plástico, metal, areia, cerâmica e até ligas metálicas. 

 

Integração 

Os sistemas da computação e os softwares são unidos para que possam trabalhar de maneira coordenada e integrada, através de trocas de informações entre eles. As empresas ganham informações relevantes para analisar o seu negócio de maneira assertiva. 

 

Realidade aumentada 

Permite que ocorra uma interação entre o mundo real e o virtual. A indústria 4.0 pode ganhar muito com essa tecnologia, já que é possível treinar colaboradores de diversas áreas, como médicos e profissionais da educação.

 

Como os aplicativos podem ajudar: 

Os desenvolvedores de aplicativos e softwares são os principais aliados da indústria 4.0, e não é só porque esses profissionais são os responsáveis pela criação dos sistemas que são utilizados para a utilização de trabalhadores de diversas áreas, mas também por serem as pessoas que vão continuar dando o suporte para que todos esses sistemas estejam funcionando de maneira correta.

Isso garante a assertividade em todo o processo e resultados mais fiéis e corretos. 

Os aplicativos móveis são os responsáveis pela aceleração da produtividade, logo, são essenciais para a indústria 4.0.

Além disso, há outras vantagens, como o rastreamento de atividades, a digitalização de processos e gestão de documentos, medição de custos, gestão de ativos e gerenciamento de trabalho. 

Os aplicativos são os principais responsáveis pela revolução que vivenciamos hoje e por  promover uma indústria 4.0 que funcione como a que estamos presenciando nos dias de hoje, isso facilita a vida dos trabalhadores e aumenta o potencial econômico e social da indústria como um todo.

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Gamificação: Saiba mais sobre essa tendência que está dominando o mercado

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Você já ouviu falar em gamificação? Provavelmente sim, se não escutou ainda, você deve ter utilizado esse método que vem ganhando popularidade nas empresas do país. O termo vem do inglês, gamification, e a técnica que basicamente utiliza métodos que podemos observar em jogos, mas em situação de não jogo, como o trabalho, por exemplo. 

Na gamificação vamos perceber características que sempre são utilizadas em jogos, porém, adaptadas para um novo contexto, sempre levando em consideração a motivação para executar as atividades. 

 

Para entender melhor, vamos imaginar a seguinte situação:

Em um escritório, todo o acervo de documentos precisa para por um processo de digitalização, logo, o chefe recrutou assistentes para realizar a atividade, mas percebe que todo esse método de digitalizar os papéis e arquivá-los na nuvem é tedioso. 

Por isso ele estabelece uma missão, os assistentes possuem uma meta, um tempo para executar a atividade e regras, dependendo de como cada um deles realiza a atividade, vão ganhar um bônus no pagamento do mês, além de folgas como prêmio. 

Perceberam que o chefe utilizou de aspectos comuns no mundo dos games? A exemplo do bônus e prêmio ao final da tarefa, além de todo o processo ter regras para execução. Esse é o conceito da gamificação. 

Elementos da gamificação

Antes de iniciar um processo de gamificação, é preciso entender quais são os elementos comuns ao jogo que podem ser aplicados por você na empresa em que trabalha. Esses elementos podem ser divididos em categorias, como dinâmicas, mecânicas e componentes. 

Vamos te explicar cada uma delas. 

  • Dinâmicas: São características que dão um suporte imaginário ao seu game, a narrativa tem como objetivo contar uma história e situar o usuário, os relacionamentos são a possibilidade de interação entre os usuários da plataforma, a progressão é o avanço do personagem dentro da história e as restrições são as regras que limitam o universo do game;

  • Mecânicas: São os aspectos pensados a partir das regras do jogo, o criador da gamificação pode lançar desafios, recompensas, vitória, chances, pontuação e transações. Essa categoria pode aumentar o engajamento dos participantes com a plataforma, outro ponto importante é disponibilizar uma área para feedback de quem utiliza a ferramenta.

  • Componentes: Aqui o criador deve definir estratégias importantes para quem irá participar do game, como a missão que o empregador quer passar para os usuários, o avanço de nível à medida que se realiza as atividades propostas, conquistas a medida em que se avança de nível, medalhas e emblemas para diferenciar o nível dos participantes entre eles. 

Como usar gamificação nas empresas

Na maioria das empresas que utilizam os recursos de gamificação junto aos seus colaboradores, elas possuem uma área que fica a frente desses processos, conhecida no meio corporativo como área de treinamento e desenvolvimento corporativo

A gamificação é uma importante estratégia para empresas que objetivam aumentar o aprendizado dos seus trabalhadores através de métodos divertidos e menos estressantes, ao invés de criar treinamentos com recursos como o PowerPoint, a área de treinamentos desenvolve recursos para despertar no usuário a curiosidade. 

Dessa forma, se incentiva um comportamento proativo nos colaboradores daquela empresa, além disso, a gamificação é uma boa alternativa para que clientes externos tenham envolvimento com quem os contratou. 

Os colaboradores de uma empresa são as pessoas mais relevantes em qualquer negócio, por isso, a gamificação pode auxiliar no processo de admiração e empenho dos empregados e melhora a performance de maneira geral na companhia. 

Os benefícios da gamificação para as empresas 

Uma empresa que investe em gamificação pode ter benefícios sólidos, como uma melhora na relação com os seus empregados. Além disso, as empresas que utilizam esse recurso percebem um aumento no engajamento dos seus colaboradores, que acabam se envolvendo mais com a marca. 

É possível notar que as empresas que implementam plataformas de gamificação agregam valor no mercado, pois passam a possuir um diferencial competitivo, isso as faz se destacar diante dos seus concorrentes. 

Há relatos de empresas que notam uma melhora no ambiente organizacional através do fortalecimento da competitividade saudável promovida pela plataforma de gamificação, além de um ambiente de trabalho cada vez mais harmônico. 

A gamificação é uma possibilidade interessante para empresários que querem proporcionar a sua força de trabalho atividades que fujam da monotonia, tornando as funções laborais mais interessantes e com recompensas, dessa forma é possível fazer com que os empregados assimilem melhor o processo em que estão envolvidos e aprendam de maneira diferente e divertida.

 

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Saiba tudo sobre JavaScript

As linguagens de programação são as principais ferramentas de um desenvolvedor de sites de aplicativos.  E o JavaScript é uma das linguagens de programação que mais se destaca. 

O JavaScript, popular e de fácil utilização

Uma das linguagens de programação mais populares e utilizadas na área de TI atualmente é o JavaScript. 

Criado por Brendan Eich, da Netscape, um dos principais responsáveis pelos navegadores de web. De início, essa linguagem possuia o nome de LiveScript e com pouco tempo depois passou a ser chamado de JavaScript e rapidamente ganhou popularidade por ser uma linguagem fácil de ser aprendida. 

O JavaScript é uma linguagem fácil de ser interpretada e baseada em objetos com funções de primeira classe, mais conhecidas como linguagem de script para páginas na web.

Ela é uma linguagem que se baseia em protótipos, multi-paradigmas e dinâmicas, por isso, suporta estilos de orientação a objetos, imperativos e declarativos.

Antigamente, por volta dos anos 90, os usuários possuíam uma experiência muito diferente da que estamos acostumados nos dias de hoje. 

Em versões anteriores dos navegadores, as páginas dos sites eram estáticas e criadas para responder ações de uma forma muito limitada, demorando para que as ações pudessem ser visualizadas. 

Isso era comum de acontecer devido às ordens que haviam sido planejadas nesses navegadores, elas precisavam ser enviadas a um servidor externo e somente lá que eram executadas, após isso ocorria o retorno ao ponto que enviou o comando. 

O JavaScript foi criado com o objetivo de deixar a navegação de internet mais rápida e fácil, com os scripts dessa linguagem foi possível incluir elementos dinâmicos como mapas, formulários, animações, infográficos que permitem interação, ou seja, as páginas estáticas ficaram no passado.

Atualmente essa linguagem é uma das tecnologias mais importantes de front-end, junto com HTML, CSS e PHP. Este conjunto de linguagens são responsáveis por abraçar as necessidades existentes para o desenvolver uma página completa, dinâmica e que performe de um modo impressionante, para se ter noção, grandes gigantes do mercado utilizam o JavaScript como linguagem, a exemplo do Facebook, Ebay, LinkedIn e o Yahoo

JavaScript é diferente de Java, ok?

Uma dúvida comum de quem está começando agora no mercado e a lidar com linguagens de programação, o JavaScript e o Java não são a mesma coisa. 

O Java foi criado em 1995 por James Hosling e naquela época, e até os dias de hoje, era bastante utilizado e popular.

Como dissemos, o JavaScript antes tinha o nome de LiveScpipt e como a demanda cresceu, ficou decidido unir ambas, dessa forma a nova linguagem ganhou credibilidade com o nome de outra já consolidada na área.

De que maneira essa linguagem funciona 

Criada originalmente num formato client-side, linguagens executadas do lado de quem as utiliza, nessa situação são executadas pelo navegador de quem está utilizando. Isso quer dizer que as ações realizadas durante o uso são feitas no computador, notebook e dispositivo móvel de quem está fazendo o uso, dando as respostas ao usuário de maneira imediata. 

Para entender melhor vamos te dar um exemplo:

Imagine que você está realizando a compra de passagens áreas para uma viagem que planejou, no site da companhia área que você escolheu, você seleciona o local de origem e destino e data, então a página retornará com informações como horário e valores.

Ao selecionar as passagens, você percebe que no campo direito da tela constam os valores e o campo para inserir um cupom de desconto, caso você faça isso, perceberá que o valor será alterado. 

Para esse caso, podemos dizer que essa alteração é executada com comandos programados no JavaScript e ele pode ser utilizado em diversas aplicações, como desenvolvimento na web e mobile, games, programas e sistemas back-end

Os benefícios

O JavaScript se destaca por possuir uma série de vantagens, entre elas, as principais são:

  • Versatilidade da linguagem;
  • Rapidez de leitura e, portanto, rapidez de execução;
  • Sintaxe acessível;
  • Ótima linguagem para iniciantes em programação;
  • Compatível com uma grande variedade de navegadores e plataformas.

Vamos deixar um guia aqui caso você tenha interesse em aprender um pouco sobre essa linguagem, principalmente se quiser começar a entendê-la, é só clicar aqui.

5 linguagens de programação mais utilizadas para o desenvolvimento de apps

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O programador de softwares vem ganhando um destaque considerável no mercado tecnológico, com certeza essa será uma das profissões do futuro porque o profissional desta área está totalmente ligado a necessidade de criação dos novos produtos e serviços que podem surgir no futuro, à medida que a tecnologia avança e que dependem dela para funcionar e existir. 

Esse profissional também deve entender a respeito das linguagens de programação e ter familiaridade com o máximo delas, afinal, somente através dessas linguagens é possível a criação e desenvolvimento de aplicativos para que eles cheguem até o público em geral. 

O importante é que programador de softwares tenha o conhecimento do máximo de linguagens de programação possíveis, entretanto, ele precisa se especializar nas mais utilizadas no mercado, dessa forma ele garante maiores chances de empregabilidade nas áreas de tecnologia. 

Por esse motivo, resolvemos te apresentar cinco linguagens utilizadas atualmente no mercado tecnológico, assim você fica sabendo quais são e procura dar ênfase em linguagens de programação que realmente são utilizadas para o desenvolvimento de aplicativos. 

C (CSharp) 

Essa é a linguagem de programação mais conhecida na área de tecnologia, ela possui variantes que também são utilizadas no desenvolvimento de aplicativos, como a C++ e C#. 

Conhecida como uma das linguagens mais antigas e entre as suas principais facilidades, destaca- se a possibilidade de portar um programa para outro dispositivo. 

Outro destaque positivo da linguagem C é que ela foi adotada por empresas gigantes do ramo da tecnologia, como a Linux e Microsoft. 

Mesmo sendo uma linguagem antiga, aprender sobre C pode te trazer vantagens consideráveis para que seja possível atuar como um desenvolvedor de softwares, ela funciona em basicamente todos os tipos de sistema e não consome muito espaço da máquina. 

Normalmente ela é utilizada para o desenvolvimento de projetos pequenos. 

PHP

A linguagem PHP foi criada em 1995, por Rasmos Lerdof e hoje é uma das mais utilizadas na programação de servidores que operam http. 

Suas principais vantagens são a facilidade de utilização, a boa interação com banco de dados, além disso, a PHP interage bem com outras linguagens de programação. 

Um fato interessante sobre essa linguagem, o Yahoo e a versão web para o Facebook se mantém em PHP. 

JavaScript 

Também criada em 1995 por Brendan Eich, ao ser desenvolvida se pensou em um front-end de aplicação para que os projetos desenvolvidos funcionem na Web e na versão Mobile também, o tornando mais flexível e interativo, isso a difere dos projetos anteriores que se baseavam apenas no HTML. 

Ao iniciar os estudos sobre linguagens de programação, muitas pessoas acreditam que o JavaScript e o Java são a mesma coisa, entretanto, elas funcionam de maneira diferente. 

O JavaScript é uma excelente alternativa para quem quer manter programações na Web e em Mobile. 

Dica: Há possibilidade de uma combinação utilizada com frequência pelos programadores, se utiliza o JavaScript no lado do cliente juntamente com HTML5 e CSS3. 

A aplicação do JavaScript é uma das linhas de programação mais utilizadas, com o passar dos anos ganhou espaço no desktop e no mobile, se destacando por criar opções de interatividade. 

Por mais que seja uma linguagem antiga, em comparação à maioria das que estão sendo listadas aqui, o JavaScript se destaca por uma ferramenta de simples manuseio. 

Phyton 

Criada em 1991, essa linguagem é uma das que mais se destacam no mercado da tecnologia, foi idealizada por Guido Van Rossum. 

Essa é uma das linguagens mais interessantes para quem quer iniciar sua trajetória no universo das programações, o seu criador, Guido, pensou numa linguagem de programação que proporciona uma leitura de códigos mais fácil. 

Essa linguagem é muito atual, fácil de aprender e de praticar, para quem deseja seguir carreira no desenvolvimento de aplicativos e programação de softwares, é uma ótima alternativa para começar os seus estudos. 

IONIC 

Essa linguagem é um framework de desenvolvimento de softwares de código aberto, ele foi desenvolvido para que seja possível permitir uma construção de aplicativos móveis híbridos, ou seja, que funcionem em mais de um sistema operacional. 

A estrutura iônica é estruturada com AngularSJ e com o Apache Cordova, sua estrutura fornece várias ferramentas que ajudam na criação de aplicativos para dispositivos móveis utilizando tecnologias populares da Web, HTML5, CSS3 e JavaScript. 

Isso fará com que o usuário que está disposto a aprender, crie interfaces de usuários móveis com aparência e comportamentos semelhantes aos aplicativos dos sistemas Android e iOS. 

Essas cinco linguagens são utilizadas aqui na Tolentinos para o desenvolvimento de aplicativos, se quiser saber mais, clica neste link.

 

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